Braden Mann surpreende colegas com volume de punts nos treinos dos Eagles
Companheiros estimam cerca de 600 chutes por semana; notas também abordam a viagem a Londres, o duelo de 2018 e a irregularidade do pass rush.
O coordenador de special teams dos Eagles, Michael Clay, disse nunca ter visto um punter treinar tantos chutes quanto Braden Mann. Quando perguntado sobre a quantidade semanal, brincou que o número era infinito e admitiu não saber a resposta.
A dúvida virou uma conversa no vestiário. O long snapper Rocco Underwood descartou uma estimativa inicial de 300 punts feita por Britain Covey. Jake Elliott também considerou impossível arriscar um número com facilidade.
Depois de fazer contas sobre os chutes antes, durante e depois dos treinos, o grupo chegou à faixa de 600 a 700 por semana. Quando Mann apareceu, concordou que 600 era uma estimativa razoável. A quantidade é uma avaliação dos jogadores, não uma contagem oficial.
Trabalho que aparece nos números
Depois de uma excelente temporada de 2025, Mann começou 2026 ainda melhor. Tem médias de 49,0 jardas brutas e 43,4 líquidas por punt. Dez de seus 19 chutes foram encerrados dentro da linha de 20 jardas do adversário.
Clay brincou que o auxiliar de equipamentos Nick Still precisaria de um capacete de explorador de cavernas, com luz, para buscar as bolas nas quintas-feiras. Elliott resumiu até quando Mann continua no campo: até o sol se pôr.
Viagem a Londres após a semana de treinos
Os Eagles decidiram sair para Londres apenas na sexta-feira, em vez de chegar cedo para se adaptar e treinar no local. Nick Sirianni disse que a escolha veio depois de pesquisas e considerou a preparação desta equipe e o calendário das semanas seguintes.
O técnico queria completar uma semana inteira de treinos antes do embarque. Lembrou que a viagem a São Paulo em 2024 teve circunstâncias diferentes, por ocorrer na abertura da temporada. Agora, a ideia é manter o horário de Philadelphia para não precisar fazer outra adaptação ao voltar para a Semana 6.
A reportagem menciona como viagens internacionais receberam atenção depois de planos diferentes de 49ers e Rams para a Austrália. San Francisco chegou antes e venceu por 27 a 7; Los Angeles viajou mais tarde. O texto ressalva que Londres e Austrália são situações bastante diferentes, sem atribuir aquele resultado apenas ao planejamento.
A lembrança de Wembley em 2018
Esta é a primeira visita dos Eagles a Londres desde a vitória por 24 a 18 sobre os Jaguars, em 28 de outubro de 2018, em Wembley. Agora, o palco será o Tottenham Hotspur Stadium.
A equipe de Doug Pederson ficou 4–4 antes da semana de folga e terminou sua tentativa de repetir o título com derrota para New Orleans na rodada divisional. Em Wembley, Jacksonville se aproximou no último quarto, mas um passe de cinco jardas de Carson Wentz para Zach Ertz deu uma margem importante.
Wentz completou 21 de 30 passes para 286 jardas, três touchdowns e uma interceptação. Josh Adams liderou as corridas com nove tentativas e 61 jardas; Jordan Matthews teve quatro recepções para 93.
A defesa conseguiu quatro sacks sobre Blake Bortles, incluindo dois de Chris Long e 1,5 de Jordan Hicks. Foi também a partida em que Lane Johnson sofreu uma lesão no tornozelo que se tornou persistente e ameaçou sua carreira.
Pressão precisa virar sacks
Vic Fangio classificou o pass rush contra os Rams como inconsistente, um padrão visto nas quatro primeiras semanas. Os Eagles têm apenas quatro sacks; somente os Giants, com três, conseguiram menos.
A taxa de pressão de Philadelphia é de 35,8%, a 15ª da NFL, mas falta concluir os lances. Fangio reconhece o efeito das ajudas de bloqueio, porém cobra mais vitórias nos confrontos individuais normais. Disse que houve boas jogadas contra running backs e tight ends, sem a regularidade necessária no restante das situações.