FUTEBOL AMERICANO, EM PORTUGUÊS.Dados NFL
fumble.
NFL

Números dos Texans mostram defesa terrestre consistente e desafio contra o passe

Scott Barzilla examina as cinco partidas de Houston e vê diferença entre conter a corrida e reduzir a eficiência dos melhores quarterbacks.

Compartilhe
Facebook X Telegram
Will Anderson Jr. e companheiros dos Texans em ação contra Tennessee.
Will Anderson Jr. e companheiros dos Texans em ação contra Tennessee.

A defesa do Houston Texans tem sustentado bons números contra a corrida, mas ainda não conseguiu limitar da mesma maneira os quarterbacks mais produtivos que enfrentou. Essa é a leitura de Scott Barzilla ao separar os resultados das primeiras cinco partidas.

O autor prefere observar jogo a jogo para reduzir o peso de uma atuação isolada em uma amostra pequena. A volta de Kayden McDonald e Azeez Al-Shaair também entra no contexto da unidade.

Produção terrestre dos adversários

Adversário Corridas Jardas Jardas por tentativa
Bills 21 86 4,1
Bengals 23 85 3,7
Colts 31 89 2,9
Cowboys 25 75 3,0
Titans 18 57 3,2

Barzilla considera que Houston tem mantido sua força terrestre. O número de tentativas adversárias também chama atenção, inclusive em jogos equilibrados ou em que o rival esteve à frente. O texto apresenta duas hipóteses: dificuldade para correr ou maior oportunidade de ganhar jardas pelo passe.

Quarterbacks tiveram resultados diferentes

Quarterback Completos/tentativas Aproveitamento Jardas TD/INT Passer rating
Josh Allen 20/29 69,0% 334 2/0 130,5
Joe Burrow 20/31 64,5% 207 2/0 105,2
Daniel Jones 24/36 66,7% 235 1/1 82,5
Dak Prescott 32/45 71,1% 335 1/0 99,8
Cam Ward 23/36 63,9% 170 0/1 63,4

Allen, Burrow e Prescott tiveram atuações eficientes. Jones e Ward encontraram mais dificuldade. Para o autor, o sinal positivo é não transformar quarterbacks de desempenho intermediário em estrelas; o problema é ainda não reduzir suficientemente a eficiência dos melhores.

Explicações exigem mais observação

Barzilla questiona a diferença de rendimento de Kamari Lassiter e a adaptação de Reed Blankenship, sem concluir se os problemas são passageiros. Também pondera que a melhora contra Tennessee pode refletir tanto ajustes de DeMeco Ryans, que reassumiu as chamadas, quanto a fragilidade do adversário.

O número menor de turnovers em relação ao ano anterior é outro ponto de atenção. O autor considera possíveis efeitos de variação e desempenho, em vez de atribuir tudo a uma única causa.

O próximo desafio contra Trevor Lawrence e Jacksonville ajudará a ampliar a amostra. Se a eficiência adversária continuar alta, Barzilla defende testar coberturas e pacotes de pressão diferentes, além de confiar apenas na superioridade individual.

Compartilhe
Facebook X Telegram
SUA PRIVACIDADE

O Fumble usa cookies para login e segurança. Quando configurados, Google Analytics e Google AdSense carregam automaticamente para medir visitas e exibir publicidade, incluindo cookies e tecnologias desses serviços.

Este é um aviso informativo. “Entendi e continuar” registra sua leitura. Consulte nossa política de cookies e a política de privacidade para conhecer o uso de dados e os controles disponíveis no navegador e nos serviços Google.

Cookies e privacidade

Usamos cookies para manter sua sessão e proteger os formulários. Analytics e anúncios são carregados automaticamente nas páginas públicas em que estão configurados. Ler ou fechar o aviso não muda esse carregamento.

Você pode gerenciar cookies nas configurações do navegador e os anúncios em Minha Central de Anúncios. Controles adicionais podem ser apresentados pelo Google conforme a região e a configuração de publicidade.

Política de cookies · Política de privacidade

Instale o Fumble

Acesse o portal pela tela inicial do seu dispositivo, como um aplicativo.

O Fumble precisa de conexão com a internet para mostrar informações atualizadas.