Coluna lista dez possíveis alvos de troca para os 49ers
Rohan Chakravarthi sugere reforços para pass rush, linha defensiva e recepção; nomes não representam negociações confirmadas.
Com campanha de 5–0, o San Francisco 49ers pode buscar profundidade antes do fechamento da janela de trocas. Rohan Chakravarthi sugere dez jogadores de equipes em dificuldade que poderiam atender necessidades do elenco.
A lista reúne hipóteses do autor. Não há confirmação de propostas, disponibilidade para troca ou conversas dos 49ers pelos nomes apresentados.
Pressão pelas pontas
Khalil Mack, dos Chargers, tem contrato de um ano e US$ 18 milhões. O autor cita 14 pressões e experiência contra a corrida. Seu companheiro Tuli Tuipulotu oferece uma alternativa mais jovem, com 17 pressões e taxa de vitória no pass rush de 16%, mas exigiria um custo maior.
K'Lavon Chaisson, dos Commanders, tem acordo de um ano e US$ 11 milhões e lidera a equipe com 17 pressões. Jermaine Johnson II, dos Titans, tem 11 pressões, está no último ano do contrato de novato e já trabalhou com Robert Saleh.
YaYa Diaby, dos Buccaneers, completa as opções de edge. O autor lembra suas 62 pressões e sete sacks em 2025 e considera possível um investimento em escolha de segundo dia de draft, caso Tampa Bay decidisse negociar.
Interior da defesa
Daron Payne, de Washington, soma 15 pressões, oito paradas defensivas e um fumble forçado no levantamento. Seu salário de US$ 16,4 milhões torna a divisão dos custos um ponto importante em uma eventual negociação.
A'Shawn Robinson, de Tampa Bay, é citado como opção de rotação para defender a corrida, com contrato de uma temporada.
Alternativas para receber passes
Quentin Johnston, dos Chargers, poderia acrescentar velocidade por fora. A opção de quinto ano de US$ 18 milhões é apontada como obstáculo. Calvin Ridley, dos Titans, aparece como veterano que poderia cobrir temporariamente as lesões entre os recebedores.
Juwan Johnson, dos Saints, seria uma alternativa diferente: mais uma ameaça aérea na posição de tight end. O contrato tem um ano restante por US$ 9,5 milhões, sem novas garantias, conforme a coluna.
O objetivo sugerido é reforçar funções específicas e a rotação, preservando espaço para o retorno dos jogadores lesionados.