Análise: ataque dos Cardinals tem a menor taxa de jogadas explosivas da NFL
Seth Cox questiona o ataque de Arizona: baixa média por tentativa, poucos passes em profundidade e dificuldades para gerar ganhos após a recepção.
O ataque do Arizona Cardinals deveria mostrar evolução, mas Seth Cox avaliava que a pequena melhora na pontuação ainda não havia tornado a equipe mais eficiente ou atraente. A análise publicada em 8 de outubro questionava a falta de jogadas grandes no sistema de Mike LaFleur.
O quarterback tinha média de 5,37 jardas por tentativa, a menor da NFL, e profundidade média dos alvos de 6,25 jardas, a terceira menor. Os Cardinals também estavam em 32º nas taxas de jogadas explosivas tanto pelo passe quanto pelas corridas, segundo o levantamento de SFdata9ers citado no artigo. O Buffalo Bills liderava as duas categorias.
Investimentos sem ganhos grandes
Cox questionava por que Arizona investiu em Jeremiyah Love e Isaac Seumalo e pagou Jacoby Brissett se o plano ofensivo seria baseado em avanços pequenos e sucessivos.
O autor também perguntava como criar oportunidades para os jogadores com a bola nas mãos diante de médias baixas por tentativa, poucos alvos profundos e o menor ganho após a recepção mencionado na análise.
Um recorte dos ganhos após recepção
Warren Sharp apresentou as seguintes médias de jardas após a recepção por passe completo em 7 de outubro:
| Equipe | Jardas após recepção por passe completo |
|---|---|
| Falcons | 8,22 |
| Chiefs | 7,83 |
| Dolphins | 6,62 |
| Browns | 6,56 |
| Ravens | 6,50 |
| Steelers | 6,35 |
| Buccaneers | 6,21 |
| Seahawks | 6,21 |
| Broncos | 6,12 |
| Packers | 6,09 |
| Bills | 5,86 |
| 49ers | 5,35 |
| Chargers | 5,27 |
| Bears | 5,17 |
| Panthers | 4,90 |
A avaliação de Cox era que o ataque fazia poucas coisas bem. O confronto seguinte contra o Detroit Lions, dono da pior defesa aérea citada no texto, poderia oferecer uma oportunidade de melhora.