Análise dos Falcons vê problemas antigos retornarem na derrota para Baltimore
Dave Choate elogia London e momentos de Bijan, mas cobra pressão sobre Penix, corrida defensiva e chamadas da comissão.
A derrota do Atlanta Falcons por 30 a 23 para o Baltimore Ravens trouxe de volta problemas que Dave Choate esperava ver superados. Depois de duas vitórias convincentes, Atlanta mostrou irregularidade no ataque, penalidades de special teams e uma defesa incapaz de sustentar a vantagem no fim.
O time ficou em 2–3. Huntley conduziu o empate com 40 segundos restantes e uma campanha longa na prorrogação. Penix se lesionou perto do fim, e Tua lançou a interceptação que encerrou a chance de resposta.
London e alguns destaques sustentam o jogo
Penix começou impreciso, mas teve uma boa campanha no segundo quarto, encontrando Drake London, Jahan Dotson e Kyle Pitts. Quando consegue ritmo, o quarterback executa passes difíceis que mantêm o ataque competitivo.
Choate escolhe London como o principal jogador dos Falcons na partida, destacando as recepções em terceiras descidas e a confiança de Penix para procurá-lo.
Bijan Robinson teve 86 jardas em 17 corridas e transformou um lance em que parecia contido no backfield em ganho de 15. Dotson recebeu um passe de 36 jardas que preparou pontuação; Pitts apareceu com uma boa recepção e o touchdown da campanha.
Na defesa, Samson Ebukam e Jared Ivey conseguiram sacks importantes. Cameron Thomas e Gervon Dexter geraram incômodo constante. Kendal Daniels teve bons tackles e desviou um passe, apesar de alguns ângulos ruins contra a corrida. Sydney Brown forçou o fumble de Andrews que Bates retornou para touchdown.
Nick Folk converteu as tentativas curtas e um chute de 48 jardas, oferecendo estabilidade quando o ataque não chegava à end zone.
Penix precisa de respostas à pressão
O autor cobra os passes fáceis perdidos e a dificuldade de ajustar ângulos de lançamento. Penix completou apenas um de 16 passes quando pressionado no dado citado. A lesão na costela agrava a situação, mas Choate considera que a inconsistência já existia antes do golpe.
Tua completou dois de três passes para 34 jardas, porém a interceptação mostrou que uma decisão rápida não é suficiente quando a leitura é ruim.
Linha e defesa terrestre cedem
Atlanta pouco ultrapassou 100 jardas correndo, com grande parte da produção dependendo do esforço de Bijan. Penix sofreu três sacks, e a linha teve dificuldade com bloqueios de apoio. Jake Matthews, que jogava depois de uma lesão, esteve entre os jogadores mais cobrados.
A defesa gerou pressão em diferentes momentos, mas não concluiu tackles sobre Huntley. Contra a corrida, Henry, Hill e Flowers conseguiram ganhos importantes. A unidade acabou permitindo mais de 200 jardas terrestres e pareceu desgastada no fim.
Penalidades e comissão entram na cobrança
Duas faltas de holding e uma de violência desnecessária em special teams prejudicaram a posição inicial do ataque. Para Choate, esses metros adicionais importaram num jogo apertado.
O autor questiona a preparação de Stefanski, a tentativa de touchdown para Matthews e a falta de opções rápidas nas chamadas de Tommy Rees. Ulbrich, limitado pelas baixas na secundária, continuou usando blitzes que Huntley passou a explorar com passes rápidos.
Choate reconhece que havia um plano para deixar Matthews livre, mas considera alto o risco de pedir uma recepção decisiva a um tackle sem histórico na função, diante de um adversário forte.
Próximo teste contra Chicago
A equipe receberá novo teste contra os Bears, possivelmente com Caleb Williams de volta. Choate considera que Atlanta não é tão fraco quanto pareceu nas primeiras rodadas nem tão forte quanto sugeriram as duas vitórias seguintes. A temporada dependerá de reduzir essa oscilação e demonstrar que as falhas familiares podem ser corrigidas.