Análise dos Lions destaca LaPorta, Gibbs e reforços esperados após a folga
Ryan Mathews vê motivos para otimismo em Detroit, mas cobra consistência depois da vitória sobre Arizona.
A vitória por 45 a 21 sobre o Arizona Cardinals levou o Detroit Lions a 3–2 antes da semana de folga. Na análise de Ryan Mathews, a reação dentro da partida mostrou o potencial da equipe, embora não tenha eliminado as dúvidas sobre sua consistência.
Depois de três campanhas ofensivas consecutivas encerradas em three-and-out no primeiro quarto, Detroit marcou 31 pontos sem resposta em cinco posses. Ao mesmo tempo, a defesa forçou cinco three-and-outs seguidos — tantos quantos havia produzido nas quatro primeiras semanas somadas.
LaPorta e Gibbs sustentam o ataque
Mathews defende uma extensão contratual para Sam LaPorta, ressaltando sua importância após os problemas físicos de 2025. O tight end tinha taxa de 83,3% em recepções contestadas no recorte de jogadores com pelo menos dois alvos desse tipo e média de 5,3 jardas após a recepção entre atletas com mais de 17 alvos.
Jahmyr Gibbs somou 207 jardas totais e dois touchdowns contra Arizona. Para o autor, ele é a principal força do ataque, mesmo com Jared Goff acumulando 12 passes para touchdown e nenhuma interceptação na temporada.
Amon-Ra St. Brown teve uma atuação menos segura, com dois fumbles recuperados por companheiros. O fato de Detroit marcar 45 pontos mesmo assim reforça, na avaliação do texto, a variedade de opções ofensivas.
Secundária em reconstrução
Keith Abney, escolhido na quinta rodada, atuou em 59 de 73 snaps defensivos ao ser deslocado para safety. Dan Campbell considerou a estreia sólida e reconheceu espaço para crescimento em uma função nova para o novato.
A possível volta de Brian Branch e o retorno de Cade Mays à linha ofensiva são apontados como reforços importantes após a folga. A disponibilidade depende da recuperação física, e a classificação aos playoffs permanece uma projeção otimista de Mathews, não uma garantia.