Análise dos Lions vê avanço real na defesa após vitória sobre Arizona
Jeremy Reisman reconhece limite do adversário, mas destaca pressão, cobertura individual e eficiência contra a corrida.
A vitória do Detroit Lions sobre o Arizona Cardinals trouxe sinais de evolução que vão além da fragilidade do adversário, na avaliação de Jeremy Reisman. Depois de um primeiro quarto com nove jardas negativas, contra 84 de Arizona, Detroit dominou os 45 minutos seguintes.
O ataque marcou em sete posses consecutivas, com seis touchdowns. A defesa deixou Arizona sem pontos em sete campanhas seguidas, incluindo cinco posses sem primeira descida.
Mudanças defensivas oferecem motivos de confiança
Reisman ainda não considera a defesa automaticamente uma das melhores da liga. O teste após a folga será mais forte contra os Packers e seu passe profundo. Mesmo assim, destaca a resposta às coberturas com mais marcação individual e a atuação de Keith Abney como safety.
Arizona foi limitado a uma taxa de sucesso de 22,2% na corrida, seu pior resultado do ano, com EPA de -0,24 por tentativa e 27,8% das corridas contidas sem ganho útil no dado citado. Antes de enfrentar Detroit, os Cardinals não haviam sofrido mais de dois sacks num jogo; os Lions conseguiram cinco sobre Jacoby Brissett.
Ataque também supera uma defesa terrestre respeitável
Detroit produziu EPA de +0,10 por corrida, seis ganhos terrestres de pelo menos dez jardas e 1,38 jarda acima do esperado por tentativa. Todas foram as maiores marcas permitidas por Arizona na temporada até aquele momento.
O autor elogia os ajustes de Drew Petzing depois da abertura ruim. Seu otimismo aumentou porque os Lions venceram Arizona de forma comparável ou superior a equipes fortes que já haviam enfrentado o adversário. A folga oferece tempo para consolidar os ajustes, sem eliminar a necessidade de confirmar a evolução contra ataques melhores.