Análise: Seahawks ainda esperam salto da classe de Draft de 2025
Mookie Alexander vê pouca evolução de parte dos jovens e ressalta impacto de lesões e funções limitadas no ataque.
A classe de Draft de 2025 ajudou o Seattle Seahawks a conquistar o Super Bowl, mas parte do grupo ainda não deu o salto esperado no segundo ano. Mookie Alexander avalia que a contribuição está concentrada em poucos nomes, enquanto lesões e dificuldades de desenvolvimento limitam a profundidade.
Grey Zabel continua sólido como left guard, embora ainda sem repetir todo o rendimento de 2025. Nick Emmanwori voltou bem depois de cirurgia no tornozelo e permanece entre as principais referências positivas.
Arroyo e Horton têm participação limitada
Elijah Arroyo registrou uma recepção e uma falta pessoal na última partida. O tight end aparece atrás de Eric Saubert na hierarquia, e o autor relaciona isso à falta de confiança nos bloqueios para corrida e à previsibilidade de suas rotas mais verticais.
O texto também destaca que Sam Darnold lançou quatro interceptações ao direcionar passes a Arroyo ao longo da trajetória do jogador, contra apenas um touchdown. O dado descreve esses passes e não atribui automaticamente ao recebedor a culpa por todos os erros.
Tory Horton atuou em 11 snaps contra San Francisco, mas apenas três foram em jogadas de passe, incluindo uma tela. Assim, teve duas oportunidades efetivas de correr rotas. Ele não participou dos special teams naquele jogo, com Velus Jones Jr. assumindo espaço nas devoluções de kickoff ao lado de Rashid Shaheed.
Horton soma seis touchdowns em 17 recepções na carreira. Alexander entende que existe potencial, mas o volume atual ainda é pequeno para uma avaliação mais definitiva.
Linha defensiva e lesões também pesam
Rylie Mills apresenta taxa de pressão inferior a 10% e dificuldades contra a corrida. Sua participação caiu ao menor nível da temporada diante dos 49ers, enquanto Jarran Reed, Byron Murphy II e Leonard Williams sustentam a rotação interior.
Jalen Milroe ainda não tem um pacote ofensivo regular. Para o autor, a falta de utilização agora não encerra sua avaliação de longo prazo.
As lesões reduziram outras possibilidades: Robbie Ouzts perdeu espaço desde o problema no pescoço que encerrou 2025 e continua ausente em 2026; Mason Richman sofreu uma ruptura de ACL na pré-temporada, retirando uma opção versátil para a linha ofensiva.
Com os três primeiros escolhidos de 2026 na injured reserve e Bud Clark sem perspectiva de jogar antes de 2027, Seattle depende mais do núcleo estabelecido. O diagnóstico de Alexander é de uma classe que precisa produzir mais, sem concluir que todos os jogadores já fracassaram no desenvolvimento.