Boye Mafe combina pressão e versatilidade no bom início pelos Bengals
Contratado por três anos e US$ 60 milhões, defensor soma três sacks e 25 pressões; companheiros e comissão destacam impacto além das estatísticas.
Boye Mafe tem correspondido ao investimento do Cincinnati Bengals no início de sua passagem pelo clube. Contratado por três temporadas e US$ 60 milhões, o defensor soma três sacks, cinco tackles para perda, quatro hits no quarterback, um fumble forçado, uma recuperação e um passe defendido após cinco jogos.
Na vitória sobre Miami, teve um sack, um tackle para perda, dois hits e um passe defendido. Sua pressão sobre Malik Willis também ajudou a provocar um lançamento interceptado por Jordan Battle.
Avaliações destacam produção e energia
Segundo os números citados por Alex Frank, a PFF deu nota 88,0 à atuação, a maior da carreira de Mafe. A segunda melhor, 86,5, também ocorreu nesta temporada, na estreia.
Sua nota de pass rush, 77,1, está empatada em 13º entre 103 jogadores de edge com ao menos 20% dos snaps defensivos. As 25 pressões aparecem em sexto na NFL no recorte apresentado.
BJ Hill elogiou a energia e a capacidade de Mafe de afetar o quarterback. Orlando Brown Jr., que o enfrentou antes e no training camp, ressaltou a inteligência e a habilidade de concluir jogadas após vencer o bloqueio.
Mais de uma função no esquema
Zac Taylor disse que Mafe está disposto a defender a corrida, recuar para cobertura e pressionar por fora ou por dentro. A comissão vê essa versatilidade como parte do que esperava ao contratá-lo.
Mafe, de 27 anos, afirmou que deseja mostrar quem pode ser como jogador e corresponder à confiança dos treinadores. O autor considera que ele pode se tornar uma peça importante para fechar partidas, área em que Cincinnati enfrentou dificuldades nos últimos anos.
A comparação com o início de Trey Hendrickson nos Bengals é uma avaliação do texto. A produção atual de Mafe, porém, já oferece retorno concreto ao clube.