Análise critica passes curtos e falta de evolução de Bo Nix
James Dator questiona a produção de Nix, mesmo após vitória dos Broncos sobre os Seahawks.
A vitória por 17 a 14 sobre o Seattle Seahawks não dissipou as dúvidas sobre Bo Nix. Em coluna de opinião, James Dator argumenta que o quarterback do Denver Broncos depende excessivamente de passes curtos e ainda não apresentou a evolução esperada.
Segundo o levantamento citado pelo autor, Nix registra profundidade média de 4,9 jardas aéreas por tentativa após seis partidas, o menor patamar em duas décadas no recorte apresentado. Contra Seattle, o passe completo de maior profundidade percorreu 7,6 jardas no ar.
O quarterback não completou nenhuma das três tentativas lançadas além de dez jardas. No segundo tempo, a profundidade média dos passes ficou atrás da linha de scrimmage, sinal de um ataque que praticamente não ameaçou o fundo do campo.
Vitória não encerra o debate
Dator também contabiliza 15 passes deliberadamente descartados por Nix na temporada, ritmo que chegaria a aproximadamente 43 em 17 jogos. Sua interpretação é que o quarterback evita riscos sem oferecer produção suficiente em compensação.
O texto situa Denver no 28º lugar em ataque aéreo e com média de 19 pontos por jogo, a 26ª da liga. A defesa, por outro lado, cedia 20,8 pontos por partida, nona melhor marca no levantamento.
A conclusão do colunista é crítica à capacidade do ataque de sustentar vitórias dessa maneira. Ela deve ser entendida como avaliação de desempenho, e não como anúncio de mudança de titular ou como certeza sobre os próximos resultados dos Broncos.