Opinião: dificuldades defensivas aumentam pressão sobre Nick Rallis em Arizona
Barry Shuck defende mudança após quatro jogos cedendo pelo menos 30 pontos; LaFleur assume responsabilidade e não anuncia demissão.
A sequência defensiva do Arizona Cardinals levou Barry Shuck a defender uma mudança no comando da unidade de Nick Rallis. A coluna foi publicada após a derrota por 45 a 21 para Detroit, a quarta consecutiva da equipe.
Arizona cedeu 14 pontos na estreia vitoriosa contra os Chargers e depois 31, 36, 36 e 45. São 162 em cinco jogos, média de 32,4, em uma campanha de 1–4.
Problemas no passe e na corrida
O texto cita 14 touchdowns aéreos permitidos e 9,1 jardas cedidas por tentativa de passe. Contra Detroit, a defesa começou forçando três campanhas de três jogadas, mas depois sofreu seis touchdowns e um field goal.
Jahmyr Gibbs correu para 151 jardas e dois touchdowns em 25 tentativas e acrescentou 56 jardas em cinco recepções. Shuck também critica a resposta à ameaça de Jaxon Smith-Njigba no confronto anterior com Seattle.
LaFleur aponta responsabilidade da comissão
Questionado sobre mudanças defensivas, Mike LaFleur disse entender a pergunta, mas afirmou que seu foco era corrigir os problemas. Ressaltou que uma derrota por margem ampla começa no trabalho dos treinadores, e não nos jogadores.
Rallis, perguntado antes sobre os jogos com mais de 30 pontos sofridos, havia dito que a situação era ruim e que a equipe deveria se concentrar no processo. O colunista considera a resposta insuficiente.
Mudança é proposta do autor
Shuck questiona o pass rush, a cobertura prolongada e a utilização dos reforços defensivos. Reconhece o impacto da perda de Will Johnson, mas argumenta que a comissão precisa adaptar o esquema e buscar soluções.
O artigo cita Teryl Austin, integrante experiente da comissão, como alternativa interna possível. Não há, porém, anúncio de troca de coordenador. A proposta de dispensar Rallis é a opinião de Shuck, distinta da posição pública de LaFleur.
Com Rams, Broncos, Cowboys e Seahawks entre os próximos adversários, o autor prevê continuidade da pressão por melhora. A resposta em campo e qualquer decisão administrativa seguem pendentes.