Chiefs aumentam eficiência com Mahomes sob o center, mas buscam sacks
Compilação destaca salto nas corridas e passes dessa formação; Andy Reid valoriza pressões, embora queira mais finalizações no quarterback.
O Kansas City Chiefs recuperou eficiência ofensiva por um caminho diferente: mais produção com Patrick Mahomes recebendo o snap diretamente do center. Na compilação de Ron Kopp Jr., números do Kansas City Star mostram como uma formação pouco produtiva no ano anterior ganhou importância.
Em 2025, Kansas City tinha apenas 45,1 jardas por jogo nessa formação, segunda menor marca da liga, e média de três jardas por tentativa de passe, a pior. Agora, lidera em jardas por corrida, com 6,3, e é segundo em jardas por passe, com 9,5, nos recortes citados.
Walker ajuda a abrir o play action
Mahomes disse que ver Kenneth Walker correr na offseason ajudou a convencer a equipe a oferecer as melhores oportunidades para o running back. O trabalho da linha e a produção terrestre permitem construir passes de play action a partir da mesma aparência.
O quarterback ressaltou que seu papel muda conforme o elenco. Também espera que as defesas se ajustem, exigindo novas respostas do ataque ao longo da temporada.
Pressão defensiva precisa virar sacks
Do outro lado, o material da ESPN citado pela compilação coloca os Chiefs em 27º na taxa de vitória do pass rush, de 45%, indicador que considera vencer a proteção em até 2,5 segundos.
Contra os Raiders, a equipe pressionou Kirk Cousins em 34,6% dos dropbacks. Andy Reid disse que as pressões têm valor e ajudam a manter o quarterback ocupado, mas admitiu que o time quer produzir sacks.
Utilização do elenco pode acompanhar a mudança
A análise também menciona Jake Briningstool como uma opção para dar apoio ao jogo terrestre. Seu bloqueio de corrida tem avaliação positiva na PFF, enquanto a proteção de passe ainda exige evolução.
Uma função maior para o tight end é apresentada como possibilidade, não decisão anunciada. O ponto central da compilação é que a eficiência ofensiva atual tem uma identidade diferente, enquanto a defesa procura transformar pressão em jogadas de perda.