Cowboys: análise usa vitória de 2016 para defender corrida contra os Packers
Sean Martin compara planos terrestres de Dallas, Falcons e Vikings como caminhos para dar equilíbrio a Prescott em Lambeau.
O jogo terrestre pode ser uma das principais ferramentas do Dallas Cowboys para enfrentar o Green Bay Packers, na avaliação de Sean Martin. A análise relembra a vitória de Dallas em Lambeau em 2016 e os planos usados por Atlanta e Minnesota contra Green Bay nesta temporada.
O exemplo histórico é a última vitória de Dallas sobre os Packers citada pelo autor, e não a última visita dos Cowboys ao estádio. Naquele 30 a 16, Ezekiel Elliott correu 28 vezes para 157 jardas, enquanto Dak Prescott passou para 247 jardas e três touchdowns, com média de 9,1 por tentativa.
Falcons e Vikings encontraram caminhos pelo chão
Atlanta superou Green Bay por 242 a 17 em jardas terrestres. Quinze de suas 25 primeiras descidas vieram correndo, com média de 5,9 jardas por tentativa. Bijan Robinson teve 194 jardas e dois touchdowns; Brian Robinson também marcou.
Minnesota produziu 107 jardas terrestres contra 66 dos Packers. Jordan Mason teve 59 jardas em 15 corridas e um touchdown, e Aaron Jones somou 40 em 12 tentativas, também marcando. Os Vikings converteram suas quatro entradas na red zone em touchdowns, enquanto Green Bay terminou em uma de quatro.
Corrida e passe curto podem reduzir a pressão sobre Prescott
Contra Tampa Bay, Dallas abriu o jogo correndo e terminou a primeira campanha com touchdown de Javonte Williams, mas abandonou parte dessa abordagem quando o adversário passou a controlar a posse. Martin considera que o passe curto também demorou a aparecer.
O autor vê necessidade de usar os dois recursos para evitar que o jogo dependa exclusivamente de Prescott. Uma distribuição mais equilibrada pode sustentar campanhas e reduzir a quantidade de oportunidades do ataque de Jordan Love.
Dallas chega em 2–3 após a derrota de quinta-feira, com um intervalo maior de preparação. A proposta de retomar a corrida é uma avaliação tática do colunista; sua eficiência dependerá dos bloqueios e da execução, não apenas do aumento do número de tentativas.