Análise defende jogo terrestre mais forte para aliviar os Cowboys
Dallas tem média de 81,6 jardas corridas, 30ª da NFL; Brian Martin vê melhora no chão como apoio ao ataque e à defesa.
O Dallas Cowboys tem média de 81,6 jardas terrestres por partida, apenas a 30ª da NFL após cinco jogos. Na análise de Brian Martin, melhorar esse setor pode ajudar tanto o ataque de Brian Schottenheimer quanto a defesa de Christian Parker.
Javonte Williams soma 276 jardas corridas, média de 3,7 por tentativa, e seis touchdowns. A produção perto da end zone continua importante, mas o time ainda procura a consistência que o running back mostrou ao passar de 1.200 jardas e alcançar dois dígitos em touchdowns terrestres na temporada anterior.
Mais equilíbrio para o ataque
Martin reconhece que o andamento dos jogos influencia o número de corridas. Ainda assim, considera que Dallas tem condições de melhorar a execução, especialmente porque vê o bloqueio terrestre como uma das qualidades da linha ofensiva.
O próximo teste é o Green Bay Packers, que permite 127,6 jardas corridas por jogo, 24ª marca citada no levantamento. O autor defende que Dallas tente estabelecer esse recurso cedo na partida.
Na avaliação, um jogo terrestre mais eficiente pode favorecer o play-action e dificultar que a defesa adversária concentre seus esforços em pressionar o quarterback. A proposta é aproveitar melhor o talento do ataque aéreo por meio de uma distribuição mais equilibrada.
Controle da posse também pode ajudar a defesa
Campanhas sustentadas dariam mais descanso a um setor defensivo que tem encontrado dificuldades. Martin vê o controle do relógio como um benefício adicional, embora isso não elimine a necessidade de corrigir falhas de cobertura, tackles e execução.
A melhora é uma prioridade sugerida pelo colunista, não uma alteração de plano confirmada pela comissão. Seu argumento é que o rendimento no chão pode produzir efeitos em diferentes setores, desde que Dallas consiga converter a proposta em eficiência real.