Dolphins: Gordon cresce, mas turnovers de Willis mantêm dificuldades
Marek Brave vê running back como peça para o futuro e defende avaliação mais longa do quarterback apesar da campanha sem vitórias.
O Miami Dolphins perdeu por 31 a 24 para o Cincinnati Bengals e segue procurando consistência. Marek Brave vê a temporada como um período de reconstrução e avaliação de jogadores, destacando Ollie Gordon II positivamente e Malik Willis entre as preocupações.
Gordon amplia participação e produção
Gordon correu 18 vezes para 88 jardas e um touchdown. O autor elogia sua força e a capacidade de manter Miami na disputa.
Escolhido na sexta rodada de 2025, o running back teve 199 jardas em 70 corridas, média de 2,8, e três touchdowns como calouro. Em quatro partidas de 2026, já superou o total anterior de jardas e igualou os touchdowns.
Gordon assumiu mais responsabilidade após a lesão de De’Von Achane. Brave considera que a paciência de Jon-Eric Sullivan permitiu a evolução de uma possível peça para o futuro.
Willis precisa reduzir perdas de posse
O quarterback lançou duas interceptações e perdeu um fumble contra Cincinnati. Em cinco jogos, tem 849 jardas aéreas, dois touchdowns e quatro interceptações, além de 186 jardas e dois touchdowns correndo.
Apesar do desempenho fraco, Brave não defende substituí-lo imediatamente por Kyle McCord. Considera cinco jogos uma amostra insuficiente e vê valor em avaliar Willis durante uma temporada de reconstrução, antes de definir o uso do teto salarial e das escolhas de draft no ano seguinte.
O autor reconhece que a atuação do quarterback ajuda a explicar a ausência de vitórias, mas acredita que a avaliação deve continuar antes de uma conclusão definitiva.