Dolphins: Gordon oferece esperança, mas turnovers e special teams pesam
Marek Brave elogia corredor e critica atuação de Willis na derrota por 31 a 24 para os Bengals.
O Miami Dolphins caiu para 0–5 ao perder por 31 a 24 para o Cincinnati Bengals. Marek Brave vê a evolução de Ollie Gordon II como um dos poucos pontos positivos, enquanto turnovers de Malik Willis e erros de special teams voltaram a dificultar a partida.
Gordon aproveita oportunidades
Sem De’Von Achane, afastado por uma lesão no joelho, Gordon terminou com 88 jardas e um touchdown em 18 corridas, média de 4,9. Marcou de uma jarda na primeira campanha ofensiva de Miami.
O autor destaca força, paciência para esperar os bloqueios e ganhos consistentes. Gordon pode ajudar a definir uma identidade ofensiva mesmo sem a explosão oferecida por Achane.
Special teams cedem campo e ponto
Miami permitiu um retorno de kickoff de 81 jardas na abertura, facilitando um touchdown dos Bengals em três jogadas. A falha colocou pressão imediata sobre um time que já busca estabilidade.
Riley Patterson também errou o extra point depois do touchdown recebido por Kevin Coleman Jr. no quarto período. Os Dolphins não recuperaram o onside kick seguinte, mas deixar um ponto no campo reforçou a cobrança sobre o setor.
Willis perde a bola três vezes
Willis completou 15 de 27 passes para 136 jardas, um touchdown e duas interceptações. Também perdeu um fumble. Uma pontuação terrestre no fim e seis corridas para 63 jardas, incluindo um ganho de 39, mostraram sua capacidade atlética, mas não compensaram os erros.
Brave considera que o quarterback procurou jogadas grandes em vez de aceitar opções oferecidas pela defesa. Cincinnati chegou ao intervalo vencendo por 21 a 7 enquanto Miami tinha dificuldade de sustentar campanhas.
O elenco ao redor de Willis também enfrenta limitações, mas o autor cobra decisões e segurança com a bola. A semana de folga permitirá avaliar ajustes antes da visita aos Jets. Ainda restam jogos para uma resposta, mas a atuação contra Cincinnati não aumentou a confiança no ataque.