Opinião: experiência dos novatos pode dar base à reconstrução dos Dolphins
Marek Brave vê valor no grande volume de snaps da classe de 2026, mesmo em temporada sem vitórias; evolução não é garantia de sucesso.
O início sem vitórias do Miami Dolphins tem um aspecto que Marek Brave considera útil para o futuro: o volume de experiência dos novatos. A coluna argumenta que os erros e os confrontos difíceis de 2026 podem ajudar a construir uma base para a reconstrução.
Miami lidera a liga com mais de dois mil snaps de jogadores de primeiro ano após cinco partidas, cerca de 600 à frente de Cleveland, segundo o levantamento apresentado no texto.
Quatro nomes têm grandes responsabilidades
O guard Kadyn Proctor participou de 293 snaps ofensivos, todos os da equipe. O linebacker Jacob Rodriguez soma 311 snaps defensivos, o cornerback Chris Johnson tem 304 e o safety Michael Taaffe, 287.
Brave destaca Rodriguez como um contribuinte importante na defesa e vê Johnson, Taaffe e Proctor recebendo uma formação prática que não pode ser reproduzida integralmente nos treinos.
O autor não afirma que todos se tornarão estrelas. Seu argumento é que, no próximo training camp, esses atletas já conhecerão melhor a velocidade da NFL, as exigências da comissão e os pontos que precisam desenvolver.
Próxima offseason também será decisiva
A coluna cita projeção da Spotrac de mais de US$ 110 milhões de espaço no teto salarial para 2027. O valor é uma estimativa do levantamento naquele momento, sujeita a mudanças contratuais.
Na avaliação de Brave, Jon-Eric Sullivan deve combinar esse recurso com o desenvolvimento do núcleo jovem e reforços escolhidos com critério. O texto não anuncia contratações nem garante uma virada no ano seguinte.
A leitura é de que uma temporada ruim em resultados pode produzir respostas úteis sobre o elenco. Transformá-las em uma equipe competitiva ainda dependerá da evolução dos jogadores e das decisões da direção.