Hurts associa menos corridas a novo ataque; análise cobra uso de suas pernas
Quarterback cita mudanças de comissão e identidade; Reuben Frank vê redução do jogo terrestre como parte das dificuldades de Philadelphia.
Jalen Hurts relacionou a redução de suas corridas às mudanças no ataque do Philadelphia Eagles. Questionado por Reuben Frank, o quarterback citou novos treinadores, peças diferentes e outra perspectiva sobre como a unidade pretende jogar.
Hurts ganhou duas jardas em duas corridas na derrota por 19 a 17 para Jacksonville, em Londres. Na temporada, tem média de 21,4 jardas terrestres por jogo, a menor de sua carreira no recorte apresentado.
Menos tentativas, apesar de eficiência
Depois das 49 jardas na estreia contra Washington, o quarterback somou 61 nas quatro partidas seguintes. Nas três derrotas consecutivas dos Eagles, correu 11 vezes para 45 jardas; nas últimas quatro semanas, foram apenas 16 tentativas.
Frank observa que a eficiência não desapareceu: Hurts tem média de 4,7 jardas por corrida, sua melhor desde 2021, e já produziu duas corridas de pelo menos 20 jardas, igualando o total do ano anterior.
O contraste aparece também nos ganhos de dez ou mais jardas. Entre 2021 e 2024, teve 91; nas duas temporadas mais recentes, o texto contabiliza 16. A análise liga essa redução à perda de uma ameaça importante do ataque.
Comissão diz procurar formas de integrá-lo
Sean Mannion afirmou que a equipe busca maneiras de incorporar Hurts ao jogo terrestre, conforme as frentes e os posicionamentos oferecidos pelo adversário. O coordenador considera essa uma característica que torna o quarterback perigoso.
Hurts apareceu no boletim da semana anterior com problema na panturrilha. Mannion disse não acreditar que isso tenha sido um fator para as duas corridas em Londres; a afirmação é a avaliação do treinador.
Ao discutir o futuro, Hurts enfatizou o desenvolvimento de uma identidade coletiva e a busca da melhor forma de vencer. Não anunciou aumento de corridas no próximo jogo.
Para Frank, a queda coincide com um período de estagnação ofensiva e merece uma resposta da comissão. O artigo apresenta essa relação como análise, sem afirmar que uma única mudança resolverá o ataque.