Fantasy: quatro ataques têm dúvidas antes da folga na Semana 7
Chris Allen avalia Strange, a ausência de DJ Moore, as corridas dos Chargers e a distribuição de oportunidades em Washington.
Jacksonville Jaguars, Buffalo Bills, Los Angeles Chargers e Washington Commanders terão folga na Semana 7. Antes disso, Chris Allen destaca questões de uso e eficiência que podem influenciar as decisões de fantasy na Semana 6 e depois da pausa.
Jacksonville: Strange pode acompanhar Washington
Parker Washington concentra oportunidades importantes de Trevor Lawrence, inclusive um terço dos passes sob pressão. O ataque é pouco volumoso: 31,6 recuos de passe por jogo e índice de passes 3,2 pontos percentuais abaixo do esperado.
Brenton Strange oferece outra possibilidade. Desde a Semana 3, tem participação em 77,5% das rotas, alvos em 26,6% delas e 2,47 jardas por rota, respectivamente 11ª, quinta e segunda marcas entre os tight ends do recorte. Também lidera os recebedores de Jacksonville em alvos no meio do campo nesse período, com 26,3%.
Allen observa que Lawrence aumentou a eficiência nos passes pelo meio e que Houston, adversário da Semana 6, permitiu 185 jardas em 16 alvos a Dalton Kincaid e Tyler Warren. A combinação torna Strange um nome a acompanhar antes da folga.
Buffalo: a ausência de Moore muda o plano
Josh Allen teve 210 jardas e um touchdown pelo passe, além de 121 jardas e um touchdown correndo contra os Rams. O autor chama atenção para a dependência dos avanços após a recepção e das escapadas do quarterback: foram 16,1 jardas após a recepção por passe completo e taxa de scramble de 28,6%, bem acima das duas semanas anteriores.
A frequência dos passes pelo meio diminuiu desde a lesão no ombro de DJ Moore. Contra Los Angeles, running backs receberam 33,3% dos alvos e tight ends, 27,8%. Se Moore continuar fora, Allen vê Dalton Kincaid e Keon Coleman como possíveis beneficiados contra os Raiders, sem tratar o retorno do recebedor como confirmado.
Chargers: explosões precisam virar consistência
Kimani Vidal marcou em uma corrida de 42 jardas contra Denver, mas o ataque terrestre de Mike McDaniel segue irregular. Nas primeiras e segundas descidas das Semanas 3 a 5, a taxa de sucesso foi de 41,7%, 22ª da liga. Justin Herbert ficou com média de 8,3 jardas para conquistar uma primeira descida em situações evidentes de passe.
O estudo aponta corridas para o perímetro como uma alternativa contra Kansas City, a partir dos resultados de Jonathan Taylor e Ashton Jeanty. Keaton Mitchell e Vidal somaram 189 jardas em 38 tentativas de zona aberta; nessas situações, a distância seguinte de Herbert para a primeira descida caiu para 7,1 jardas. Omarion Hampton ainda busca maior eficiência em um ataque que precisa melhorar os bloqueios e a previsibilidade.
Washington: nome conhecido não resolve falta de uso
Terry McLaurin soma 14 recepções, 203 jardas e um touchdown. Na Semana 5, mesmo sem Stefon Diggs, teve 17,4% dos alvos, atrás de Chig Okonkwo, com 26,1%, e Treylon Burks, com 21,7%. Sua participação nas jardas aéreas foi de 22,5%.
Allen considera que a reputação de McLaurin pode superar sua produção semanal em uma negociação de fantasy. O texto também alerta para o comitê terrestre: Jacory Croskey-Merritt produz jogadas explosivas, mas divide oportunidades com Rachaad White e Austin Ekeler e ainda tem participação limitada como recebedor. São avaliações de uso, sujeitas a mudanças na rotação, e não recomendações de descarte automático.