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Fantasy na Semana 5: Gibbs e Bijan lideram o guia de running backs de Hayden Winks

Veja as projeções e a análise de volume, lesões e confrontos para 44 running backs avaliados na coluna semanal.

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Gráfico de Hayden Winks sobre o percentual de vitórias associado aos jogadores nas quatro primeiras semanas de fantasy.
Gráfico de Hayden Winks sobre o percentual de vitórias associado aos jogadores nas quatro primeiras semanas de fantasy.Crédito: Hayden Winks/Yahoo Sports

Jahmyr Gibbs e Bijan Robinson lideram a avaliação de Hayden Winks para os running backs na Semana 5 do fantasy football. A coluna considera volume de trabalho, participação no passe, oportunidades perto da linha de gol, lesões e dificuldade dos adversários.

Os números de utilização e de pontos esperados apresentados pelo analista usam principalmente o formato half-PPR, em que cada recepção vale meio ponto. As projeções de jardas totais somam corrida e recepção e representam estimativas para a rodada, não resultados já registrados.

Jogadores e projeções da coluna

Jogador Adversário Jardas totais projetadas
Jahmyr Gibbs Cardinals 132,5
Bijan Robinson Ravens 122,5
Kyren Williams Bills 94,5
Jonathan Taylor Steelers 108,5
D'Andre Swift Packers 79,5
Jaylen Warren Colts —
Javonte Williams Buccaneers 92,5
James Cook III Rams 89,5
Christian McCaffrey Seahawks 93,5
Chase Brown Dolphins 64,5
Aaron Jones Sr. Saints 95,5
Derrick Henry Falcons 94,5
Emanuel Wilson 49ers 78,5
Braelon Allen Browns 91,5
Quinshon Judkins Jets 75,5
Cam Skattebo Commanders 76,5
Ashton Jeanty Patriots 85,5
Bhayshul Tuten Eagles 80,5
Jeremiyah Love Lions 63,5
Rhamondre Stevenson — —
David Montgomery Titans 49,5
Omarion Hampton Broncos 37,5
RJ Harvey Chargers 49,5
Jacory Croskey-Merritt Giants 67,5
Bucky Irving Cowboys 68,5
TreVeyon Henderson Raiders —
Alvin Kamara Vikings —
Ollie Gordon II Bengals 65,5
Tony Pollard Texans 57,5
Will Shipley Jaguars —
Mike Washington Jr. Patriots 16,5
MarShawn Lloyd Bears —
Tyler Allgeier Lions 44,5
Brian Robinson Jr. Ravens 35,5
Keaton Mitchell Broncos 30,5
Woody Marks Titans —
J.K. Dobbins Chargers 61,5
Chris Rodriguez Jr. Eagles 26,5
Blake Corum Bills 31,5
Kaleb Johnson Bears —
Kendre Miller Vikings —
George Holani 49ers 35,5
Jaylen Wright Bengals 14,5
Kenny Gainwell Cowboys 26,5

O travessão indica que a coluna não apresentou aquele dado para o jogador. A sequência acompanha a avaliação de Winks.

Principais opções

Gibbs e Robinson no topo

Jahmyr Gibbs somou 105,1 pontos half-PPR nas quatro primeiras semanas, o 14º maior total histórico de um running back nesse período. Era o primeiro da posição tanto em produção quanto em utilização, com pelo menos 20 pontos esperados em todas as rodadas.

Bijan Robinson marcou 25 ou mais pontos half-PPR em sete dos dez jogos mais recentes. Em 14 partidas com Michael Penix Jr. desde o fim de 2024, teve média de 22,9 pontos e 5,1 alvos. O bom bloqueio dos Falcons e sua capacidade de mudar de direção contribuíram para o desempenho de RB5 no Monday Night Football.

Robinson era RB3 em produção e RB5 em utilização na temporada. Baltimore vinha permitindo atuações dentro das médias habituais de Tony Pollard, Javonte Williams e Jonathan Taylor, que terminaram como RB24, RB10 e RB8. Os Ravens cediam a 21ª maior pontuação a running backs e 100 jardas por jogo; Atlanta tinha 23,5 pontos projetados, 11º maior total.

Kyren Williams ganha espaço sobre Corum

Kyren Williams ampliou sua vantagem sobre Blake Corum, especialmente quando os Rams precisam buscar o placar ou explorar linebackers no passe. Recebeu dez bolas na semana anterior e alcançou 28 pontos esperados half-PPR, a maior marca de sua carreira e a melhor da posição na rodada.

Era RB6 em produção e RB9 em utilização, com crescimento semanal, apesar dos fumbles. O duelo com Buffalo tinha total combinado de 54,5 pontos. Mesmo com Deone Walker e Ed Oliver no interior da defesa, os Bills haviam permitido pelo menos 16,9 pontos half-PPR a Rhamondre Stevenson, Gibbs e David Montgomery; Keaton Mitchell também foi RB14 na Semana 3.

Taylor mantém papel de elite

Jonathan Taylor apresentava valor semelhante ao da temporada anterior com Daniel Jones. A média de pontos half-PPR caiu apenas 2,2, enquanto a de pontos esperados subiu 0,7. As 4,1 jardas por corrida eram o menor número de sua carreira, mas os alvos por jogo estavam no maior nível.

Mesmo depois de enfrentar Ravens, Chiefs, Texans e Commanders, Taylor era RB5 em produção e RB7 em utilização. Pittsburgh havia permitido 27,3 pontos a Bijan Robinson, uma corrida longa para touchdown de TreVeyon Henderson e seis recepções de Quinshon Judkins. Indianapolis tinha 21 pontos projetados, 19º maior total, e problemas recentes no tackle direito.

Swift pode se beneficiar da ausência de Monangai

D'Andre Swift foi para o banco após um fumble no terceiro quarto, enquanto Kyle Monangai atravessava um bom momento. Winks não via essa distribuição como permanente, dado o rendimento de Swift e sua renovação de contrato em setembro. A atualização da coluna apontava Monangai como provável desfalque por um problema no dedo do pé.

Os Bears distribuíam entre os dois a maior quantidade de pontos esperados half-PPR do backfield na liga, 30,8 por jogo. Swift era RB12 em produção e RB8 em utilização. Green Bay permitia a segunda maior pontuação de fantasy a running backs e 139 jardas terrestres por partida, quinto maior total.

Chicago tinha 24,25 pontos projetados, décima marca, com retorno esperado de Tyson Bagent. Swift fez 16,2, 8 e 9,7 pontos half-PPR nos encontros das Semanas 19, 16 e 14 com os Packers na temporada anterior.

Warren aproveita o espaço sem Dowdle

Jaylen Warren vinha jogando bem com o aumento de trabalho. Rico Dowdle relatou ter deslocado o dedo do pé duas vezes na Semana 2 e ainda aguardava a retomada dos treinos, levando Winks a projetar mais uma ausência.

Nas duas semanas anteriores, Warren era RB11 em produção e RB15 em utilização. O analista elogiou os ajustes da linha ofensiva e do ataque de Aaron Rodgers sob Mike McCarthy. Pittsburgh tinha 23,5 pontos projetados, 12ª marca, contra uma defesa dos Colts que permitia 276 jardas aéreas e 131 terrestres por partida, quinta e sétima maiores médias.

Javonte e Cook têm funções consolidadas

Javonte Williams era RB7 em produção e RB6 em utilização, apesar de frequentemente estar disponível no início da quarta rodada dos drafts de fantasy. Suas 3,8 recepções por jogo, sétima marca da posição, e o trabalho perto da linha de gol sustentavam o valor em um ataque dos Cowboys com 28 pontos projetados, terceiro maior total da semana.

James Cook III tinha média de 15,9 pontos half-PPR, praticamente igual aos 16 da temporada anterior. Compensava as 1,5 recepções por jogo, 37ª marca, com 17,5 corridas e 105 jardas terrestres por partida. Era RB11 em produção e RB12 em utilização.

Buffalo tinha 25,75 pontos projetados, quarto maior total, diante dos Rams. Los Angeles permitia a menor pontuação a running backs; apenas Christian McCaffrey havia superado 55 jardas totais, com 88. Winks ressalva, porém, que o ataque dos Bills oferece um teste diferente de Eagles, Broncos e Giants.

McCaffrey encara uma defesa exigente

Christian McCaffrey teve cãibras na estreia na Austrália e, desde então, produziu como RB7 com utilização de RB9. Mantinha quatro recepções por jogo, sexta marca da posição, e era o terceiro em corridas dentro da linha de cinco jardas, embora Kaelon Black pudesse receber alguns snaps.

O ataque dos 49ers tinha 22 pontos projetados, 17ª marca. Em quatro encontros com Mike Macdonald, McCaffrey registrou 9,9, 8,7, 18,7 e 12,6 pontos half-PPR, média de 12,5, sem touchdown. Seattle ainda não havia permitido a um running back chegar a 100 jardas totais ou 12,5 pontos half-PPR na temporada.

Opções de RB2 e flex

Brown pode reagir em Miami

Chase Brown enfrentou Jaguars, Texans, Steelers e Buccaneers, defesas que estavam entre as melhores contra running backs desde 2025. Era RB18 em produção e RB11 em utilização, sustentado em parte por 5,3 recepções por jogo.

Winks via espaço para melhora e esperava mais corridas contra Miami, em função do cenário da partida e das lesões dos recebedores. A atualização, porém, registrava que Ja'Marr Chase e Tee Higgins ainda tinham chance de jogar. Os Dolphins já haviam permitido três atuações entre os cinco melhores running backs da rodada, além de 128 jardas totais de Aaron Jones Sr. Brown fizera 30,9 pontos contra Miami na Semana 16 de 2025. Cincinnati tinha 24,75 pontos projetados, sexta marca.

Jones sustenta o ataque terrestre de Minnesota

Aaron Jones Sr. terminou entre os 24 melhores em todas as semanas, com posições de RB18, RB15 e RB18 nas três mais recentes. Apenas uma de suas 20 corridas na semana anterior perdeu jardas. Sem Jordan Mason, na reserva de lesionados, e com dúvida sobre Justin Jefferson, Minnesota tinha a 29ª taxa de passes em situações neutras.

A perda do guard Donovan Jackson e as dificuldades gerais do ataque reduziam o teto. Jones era RB20 em produção e RB16 em utilização, mas encontrava os Saints após uma partida com 19 tackles perdidos contra Atlanta. New Orleans permitira a seis running backs alcançar dez pontos half-PPR em quatro jogos. Minnesota tinha 22 pontos projetados, 16ª marca.

Henry concentra volume sem Lamar

A avaliação de Derrick Henry pressupunha a ausência de Lamar Jackson por lesão no tornozelo. Nos quatro jogos sem o quarterback em Baltimore, Henry teve média de 21,9 pontos half-PPR e 24 corridas.

O volume continuava forte, mas Tyler Huntley e uma linha interior muito desfalcada traziam risco. Os Falcons permitiam a terceira menor pontuação de fantasy a running backs e não haviam cedido 75 jardas totais a nenhum deles. Baltimore tinha 20 pontos projetados, 23ª marca.

Wilson assume o protagonismo em Seattle

Emanuel Wilson recebeu 64% das corridas sem Jadarian Price em campo. Ele e George Holani dividiam o trabalho de passe, mas Wilson vinha de três recepções, incluindo um touchdown em screen, enquanto Holani cometera três erros importantes de proteção.

Wilson foi RB6 em produção e RB15 em utilização na Semana 4. O backfield dos Seahawks oferecia 24,8 pontos esperados half-PPR por jogo, quarta maior marca. San Francisco, com vários desfalques na linha defensiva, permitia a décima maior pontuação a running backs, incluindo boas partidas de Harvey, Love, De'Von Achane e Kyren Williams. Seattle tinha 24,5 pontos projetados, nona marca.

Allen e Judkins em um jogo com previsão de chuva

Braelon Allen participou de 30 dos 32 snaps dos Jets na Semana 4, sem Breece Hall. Teve 14 corridas, duas recepções e 10,3 pontos esperados, como RB28 nesse indicador. Winks considerava essa atuação próxima do piso de utilização e via caminho para valor de RB2.

Os Browns, desfalcados de Mason Graham, haviam permitido pelo menos 88 jardas totais aos quatro running backs titulares enfrentados, sem que nenhum marcasse touchdown. Os Jets tinham 21 pontos projetados, 21ª marca, e a previsão indicava chuva forte.

Quinshon Judkins vinha de recordes pessoais de 22,9 pontos esperados, sete alvos e seis recepções, além de 17 corridas para 53 jardas, sem Dylan Sampson. O ataque de Todd Monken tinha a segunda maior taxa de passes em situações neutras. Judkins era RB24 em produção e RB13 em utilização e havia ficado abaixo da expectativa em sete jogos consecutivos desde a temporada anterior.

Os Jets permitiam a maior pontuação a running backs ajustada pela dificuldade dos adversários. Os oponentes davam aos corredores 3,6 tentativas a mais que sua média habitual; New York cedia 124 jardas terrestres por jogo, incluindo 232 aos Bears e 164 a Gibbs. A projeção de apenas 18,5 pontos para Cleveland, contudo, limitava o entusiasmo.

Skattebo divide oportunidades com Harris

Cam Skattebo era RB26 em produção e RB19 em utilização, com pressão crescente de Najee Harris. Sua participação em rotas chegou a 49% na semana anterior, mas ele terminou como RB35 em pontuação e RB31 em volume.

Os Giants marcaram um touchdown com Theo Johnson e Skattebo em campo, mas usaram Harris na conversão de dois pontos. Harris depois sofreu um fumble no início do quarto período e ficou no banco pelo restante do jogo; havia corrido em dez de seus 12 snaps.

A defesa dos Commanders, sob Daronte Jones, era a quarta melhor contra running backs quando ajustada pelos adversários. Havia limitado Barkley a 8,5 pontos half-PPR e Javonte Williams a 6,5. Com 20 pontos projetados para os Giants, 24ª marca, Winks via Skattebo mais como flex de potencial do que RB2 seguro. A chuva aumentava sua projeção de toques.

Jeanty depende da condição do dedo do pé

Ashton Jeanty era dúvida até perto do jogo por uma nova lesão no dedo do pé. Os Raiders elevaram um running back do elenco de treinos no sábado, e Winks recomendava reduzir a expectativa mesmo em caso de participação. Sem Jeanty, Mike Washington Jr. se aproximaria do grupo dos 15 melhores running backs.

A participação de Jeanty nos snaps caiu de 74%, 81% e 84% para 67%. Ele era o quinto em recepções por jogo, com 4,8, mas transformava utilização de RB3 em produção de RB10. Seus 4,4 pontos abaixo da expectativa eram a pior diferença no modelo do analista, que também apontava limitações em tackles quebrados e jogadas explosivas.

New England era a sétima melhor defesa contra running backs ajustada pelo calendário desde a temporada anterior. Todos os corredores enfrentados no ano ficaram abaixo de 90 jardas totais. Las Vegas tinha 21 pontos projetados, 20ª marca.

Tuten enfrenta uma defesa desfalcada

Bhayshul Tuten quebrava tackles com frequência e produzia como RB16, apesar da utilização de RB25. Tinha apenas 1,8 recepção por jogo, 33ª marca, dividia oportunidades de pontuar com Chris Rodriguez Jr. e perdia algumas descidas de passe para um especialista em proteção.

O bom ataque dos Jaguars e o trabalho de Liam Coen favoreciam sua eficiência. Philadelphia tinha diversos defensores lesionados ou em dúvida, incluindo Jalen Carter, Zack Baun, Cooper DeJean, Quinyon Mitchell e Jonathan Greenard. A equipe permitia 122 jardas terrestres por partida, décima maior média, e vinha de uma grande atuação de Kyren Williams. Jacksonville tinha 24,75 pontos projetados, sexta marca.

Love treinou, mas a saúde ainda pesa

Jeremiyah Love participou integralmente do treino de sexta-feira depois de machucar o tornozelo direito no quarto período da partida anterior. Winks reconhecia o valor dessa atualização e do cenário ofensivo favorável contra Detroit, mas ressaltava que apenas o jogador e os Cardinals conheciam sua real mobilidade.

Situações de maior risco

Montgomery e Hampton perdem segurança

David Montgomery era RB23 em produção e RB31 em utilização. Woody Marks começou a segunda campanha ofensiva dos Texans pela primeira vez, reduzindo a antiga vantagem de Montgomery nos dois primeiros drives. O retorno de Nico Collins poderia aumentar as chances de red zone e de controlar o relógio.

Houston era favorito por 7,5 pontos contra Tennessee e tinha 22,5 pontos projetados, 15ª marca. Ainda assim, Winks lembrava que argumento semelhante não havia funcionado contra os Cowboys, quando Montgomery teve dez corridas para 24 jardas, sem touchdown.

Omarion Hampton era RB22 em produção e RB24 em utilização. Os problemas dos Chargers incluíam Rashawn Slater na reserva de lesionados e dúvidas sobre Joe Alt e Ladd McConkey. Mitchell e Kimani Vidal aumentavam sua participação, enquanto Hampton tinha apenas uma recepção por jogo, 49ª marca.

O trabalho perto da linha de gol ainda poderia salvar sua pontuação. Denver, porém, também estava desfalcado e permitia 143 jardas terrestres por jogo, quarta maior média, com todos os running backs titulares enfrentados entre os 20 melhores da rodada. Los Angeles tinha apenas 19,5 pontos projetados, 25ª marca.

Harvey oferece valor principalmente nas recepções

RJ Harvey recebeu mais snaps nas descidas iniciais que J.K. Dobbins, enquanto Tyler Badie liderou nas situações de proteção. A divisão perto da linha de gol ainda não estava definida.

Harvey liderava os running backs com 6,7 recepções por jogo e vinha de dez na rodada anterior. Os passes curtos de Bo Nix sustentavam valor de RB3, especialmente em PPR, apesar da produção de RB28 e utilização de RB33.

Croskey-Merritt divide um backfield amplo

Sem Rachaad White, Washington utilizou quatro running backs. Austin Ekeler dividiu as descidas iniciais com Jacory Croskey-Merritt, enquanto Kaytron Allen e Craig Reynolds também receberam oportunidades.

Croskey-Merritt era RB36 em produção e RB30 em utilização, com apenas 1,3 recepção por jogo. A participação maior em situações de passe sem White ajudava apenas marginalmente. Os Commanders tinham 23,5 pontos projetados com a volta de Jayden Daniels e enfrentavam os Giants sem Brian Burns, o que tornava o confronto favorável.

Irving perde oportunidades valiosas

Bucky Irving caiu para 8,5 pontos esperados, RB33 na semana anterior e sua menor marca desde a Semana 14 de 2024. Sean Tucker e Kenny Gainwell marcaram na red zone; Tucker teve três snaps, todos com uma jarda a conquistar, substituindo Irving após jogadas anteriores.

Gainwell também trabalhou no ataque de dois minutos e poderia crescer quando Tampa Bay precisasse buscar o placar. Irving tinha 81% dos snaps do primeiro quarto e 55% dos do último período. Ainda recebeu 16 corridas e mantinha 3,3 recepções por jogo, mas era RB25 em produção e RB22 em utilização, vindo de 6,8 e 6,1 pontos half-PPR.

Os Buccaneers tinham 19,5 pontos projetados, 26ª marca, com um quarterback não escolhido no draft fazendo sua segunda partida como titular, fora de casa e em uma semana curta.

Henderson depende diretamente de Stevenson

TreVeyon Henderson tinha 7,1, 5,2 e 9,5 pontos esperados nas partidas da temporada, como RB35 em produção e RB44 em utilização. Em 21 jogos com Rhamondre Stevenson saudável desde o ano anterior, os números eram de RB44 e RB49.

Em três jogos sem Stevenson, Henderson havia sido o primeiro running back em pontuação, com média de 22,7, e o quinto em utilização, com 16,5 pontos esperados. A atualização apontava Stevenson como esperado em campo, embora lidasse com problemas no joelho e tornozelo.

New England tinha 24,5 pontos projetados. Corredores velozes como Kenneth Walker III, Etienne e Hampton haviam produzido 179, 70 e 115 jardas diante dos Raiders.

Kamara continua em um comitê

Na primeira partida sem Travis Etienne, Alvin Kamara chegou a 13,9 pontos esperados, 18ª marca, mas teve somente sete corridas. Touchdowns curtos e cinco recepções ajudaram, enquanto Kendre Miller recebia aproximadamente um terço dos snaps das descidas iniciais.

O grande volume de passes de Tyler Shough sustentava expectativa de pelo menos três recepções. A ausência do tackle Kelvin Banks, na reserva de lesionados por problema no tornozelo, dificultava o jogo terrestre. O backfield dos Saints tinha 26,3 pontos esperados por jogo, oitava marca, com Kamara podendo absorver ao menos metade no curto prazo.

Minnesota era a segunda melhor defesa de fantasy contra running backs ajustada pelo calendário. New Orleans tinha 20,5 pontos projetados, 22ª marca.

Gordon ainda não tem o backfield garantido

Jaylen Wright começou o jogo dos Dolphins, mas Ollie Gordon II recebeu 60% dos snaps após a primeira campanha e abriu o segundo tempo. Foram nove corridas, duas recepções e 7,6 pontos esperados, 36ª marca.

Gordon chegou a 100 jardas terrestres com duas corridas longas pelo lado esquerdo, uma delas para touchdown, em lances com pouco contato. Winks não considerou o vídeo suficiente para encerrar a disputa pela posição e discordava da projeção de 65,5 jardas totais nos mercados, relatando ter escolhido o resultado abaixo desse número.

Miami tinha apenas 18 pontos projetados, 28ª marca. Cincinnati, com Dexter Lawrence, vinha cedendo menos jardas terrestres que aéreas, e o cenário poderia reduzir as corridas disponíveis aos Dolphins.

Pollard enfrenta um confronto difícil

Tony Pollard era RB31 em pontos por jogo e RB14 em utilização. Os 21,8 pontos esperados da rodada anterior foram sua melhor marca, ajudada por quatro oportunidades perto da linha de gol. Tyjae Spears entrava em situações claras de passe, limitando Pollard a duas recepções por jogo, 29ª marca.

Os Texans permitiam apenas 84 jardas terrestres por partida, quarto melhor número, apesar de enfrentar Cook, Brown, Taylor e Javonte Williams. Tennessee tinha 15,5 pontos projetados. Nos 12 jogos com menos de 20 pontos dos Titans, Pollard teve média de 7,6 pontos half-PPR e máximo de 12.

Shipley assume oportunidades em um ataque desfalcado

Sem Barkley e Tank Bigsby, Will Shipley disputava trabalho com Dameon Pierce, Carson Steele e Jayden Blue. Escolhido na quarta rodada de 2024 após grande volume em Clemson, era o favorito de Winks para liderar o backfield em corridas e snaps de passe no curto prazo.

A linha ofensiva, porém, estava desorganizada após a troca de Cam Jurgens por uma escolha de segunda rodada de 2028. Philadelphia tinha jogadores inexperientes no guard esquerdo, center e tackle direito, já sem o técnico Jeff Stoutland.

Os Eagles tinham apenas 17,75 pontos projetados, 29ª marca, além da maior taxa de campanhas encerradas após três jogadas e de pressões sem bloqueio. Jacksonville permitia a segunda menor média de jardas terrestres, 74,3. Winks via Shipley como uma opção arriscada para situações de necessidade.

Reservas e alternativas de ligas profundas

Mike Washington Jr. tinha projeção de 16,5 jardas considerando algum trabalho adicional com Jeanty lesionado. Caso o titular ficasse fora, Winks o colocaria como RB16 ou melhor, tornando-o uma opção de escalação.

MarShawn Lloyd ganhou importância depois da ida de Chris Brooks para a reserva de lesionados e de mais um fumble de Kaleb Johnson. O analista não via uma opção forte no backfield dos Packers, mas lembrava que alguém receberia as corridas.

Tyler Allgeier vinha atuando no ataque de dois minutos e havia marcado em uma corrida de 22 jardas, usando um stiff-arm. Seus pontos esperados ficaram entre 4 e 8,1 nas três partidas anteriores. A lesão de Love poderia ampliar o volume, embora o titular tivesse treinado integralmente na sexta-feira.

Brian Robinson Jr. vinha sendo utilizado pelos Falcons antes de os jogos estarem definidos, incluindo possíveis oportunidades perto da linha de gol. Era RB19 em produção e RB40 em utilização, com 5,9 e 12,7 pontos esperados em partidas com Penix. Winks o compara a Corum e Rodriguez como RB3 para ligas profundas e importante reserva de proteção do elenco.

Keaton Mitchell aumentou seus pontos esperados de 3,5 na Semana 2 para 9,8 e 11 nas seguintes. Recebeu cinco passes no último jogo e tinha média de 2,3, 26ª marca da posição. As lesões da linha dos Chargers prejudicavam o ataque, mas os desfalques de Denver nos cornerbacks e as dificuldades dos linebackers ofereciam espaço: backfields recebiam 1,2 alvo a mais que sua média habitual contra os Broncos.

J.K. Dobbins teve menos snaps nas descidas iniciais que Harvey e recebia apenas 0,8 passe por partida, com Badie ocupando mais situações de proteção. Mesmo sem Jonah Coleman, na reserva de lesionados, era RB48 em produção e RB36 em utilização. Winks não o escalaria até haver sinais de melhora e aceitava sua dispensa em ligas menores para buscar reservas como Black ou Allgeier.

A relação também inclui Woody Marks, Chris Rodriguez Jr., Blake Corum, Kaleb Johnson, Kendre Miller, George Holani, Jaylen Wright e Kenny Gainwell, com as projeções disponíveis apresentadas na tabela. Rhamondre Stevenson aparece na lista sem análise individual adicional.

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