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Fantasy na Semana 5: Justin Boone indica quem escalar e quem deixar no banco

Stafford, Warren, Jameson Williams e Gesicki estão entre os destaques positivos; Hurts e Kamara exigem cautela na avaliação do analista.

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Logotipo do Los Angeles Rams, equipe de Matthew Stafford, um dos destaques da análise de fantasy.
Logotipo do Los Angeles Rams, equipe de Matthew Stafford, um dos destaques da análise de fantasy.

Justin Boone destaca Matthew Stafford, Jaylen Warren, Jameson Williams e Mike Gesicki entre as opções de escalação para a Semana 5 do fantasy football. Do outro lado, o analista recomenda cautela com Jalen Hurts, Alvin Kamara, Devaughn Vele e T.J. Hockenson, considerando lesões, volume de trabalho e dificuldade dos confrontos.

As indicações abaixo refletem a análise de Boone para a rodada. Situações de lesão e mudanças de utilização podem alterar as perspectivas até o início de cada partida.

Quarterbacks para escalar

Matthew Stafford, contra os Bills: o quarterback dos Rams alternou duas semanas entre os dez melhores da posição com duas fora dos 25 primeiros no primeiro mês. O Monday Night Football, porém, tinha total projetado de 54,5 pontos, empatado como o maior da rodada. Buffalo permitia a quarta maior pontuação de fantasy a quarterbacks e havia cedido a Drake Maye o melhor desempenho da posição na semana anterior.

Drake Maye, contra os Raiders: na Semana 4, o quarterback dos Patriots registrou suas melhores marcas da temporada em corridas, oito, e jardas terrestres, 54. Mike Vrabel apontou essa participação como importante para a vitória. Para Boone, a manutenção desse uso pelo chão pode recolocá-lo no grupo de elite do fantasy.

Jared Goff, contra os Cardinals: mesmo fora de casa, Goff joga em estádio coberto e em outro confronto com total projetado de 54,5 pontos. Arizona permitia a quinta maior pontuação de fantasy a quarterbacks.

Running backs para escalar

Jaylen Warren, contra os Colts: sem Rico Dowdle nas duas partidas anteriores, Warren acumulou 302 jardas totais, seis recepções e 44 toques, embora não tenha marcado touchdown. Dowdle era considerado improvável para jogar por uma lesão no dedo do pé, mas Boone manteria Warren entre as boas opções mesmo se o companheiro voltasse. Indianapolis era o oitavo confronto mais favorável a running backs no fantasy, o mais acessível para Warren nas cinco primeiras rodadas.

Bhayshul Tuten, contra os Eagles em Londres: o corredor dos Jaguars aparecia como RB16 da temporada e havia superado 85 jardas totais em três de quatro jogos. Vinha de seu maior volume de utilização, além de dois touchdowns anulados por penalidades na semana anterior. O favoritismo de Jacksonville diante de um adversário desfalcado reforçava a expectativa de trabalho.

Emanuel Wilson, contra os 49ers: Wilson vinha de 120 jardas e dois touchdowns. San Francisco permitira que quatro running backs diferentes alcançassem pontuação de fantasy de dois dígitos em quatro semanas, e Seattle havia corrido bem contra o rival na temporada anterior.

Braelon Allen, contra os Browns: mesmo em um jogo controlado pelos Bears na Semana 4, Allen teve 16 toques e todas as 14 tentativas de corrida dos Jets. Cleveland permitia 103,5 jardas totais por partida aos running backs titulares enfrentados na temporada.

Wide receivers para escalar

Jameson Williams, contra os Cardinals: depois de ser recomendado na semana anterior, o recebedor dos Lions respondeu com seis recepções, 102 jardas e oito alvos. Boone reconhece a oscilação, mas gosta do confronto: Arizona era o quarto adversário mais favorável a wide receivers no fantasy e liderava a liga com 11 touchdowns de recepção cedidos.

DK Metcalf, contra os Colts: a ausência de Michael Pittman Jr., lesionado no pé, aumenta a responsabilidade de Metcalf no jogo aéreo dos Steelers. Seus nove alvos contra os Browns renderam cinco recepções e 115 jardas, sem touchdown.

Romeo Doubs, contra os Raiders: com A.J. Brown e Mack Hollins lesionados, Doubs ganhou protagonismo nos Patriots. Produziu 96, 49 e 58 jardas nas três semanas anteriores; no último jogo, somou seis recepções, dois touchdowns e nove alvos. Las Vegas havia permitido atuações de 100 jardas a recebedores em semanas consecutivas.

Dohnte Meyers, contra os Dolphins: a indicação depende das condições de Tee Higgins e Ja'Marr Chase, que tentava sair do protocolo de concussão. Após sete recepções e 82 jardas, Meyers poderia ter valor de WR3 com potencial maior se os dois titulares ficassem fora. Mesmo com a presença de um deles, Boone o considera uma alternativa de WR3 ou flex.

Tight ends para escalar

Mike Gesicki, contra os Dolphins: as dúvidas sobre Chase e Higgins podem aumentar o volume de passes do tight end dos Bengals. Gesicki marcou em três de seus quatro primeiros jogos e enfrenta sua antiga equipe. Miami era o quinto confronto mais favorável da posição, depois de permitir 80 jardas e um touchdown a George Kittle, 59 jardas e um touchdown a Travis Kelce e 119 jardas a Hockenson nas três semanas anteriores.

Juwan Johnson, contra os Vikings: o confronto é difícil, mas Minnesota permitiu pelo menos 50 jardas a um tight end em três de quatro jogos. Johnson alcançou essa marca em todas as suas partidas e tinha três touchdowns na temporada.

Tyler Higbee, contra os Bills: sem Terrance Ferguson, o veterano dos Rams teve oito recepções, 62 jardas e um touchdown, seguidos por cinco recepções e 67 jardas. Boone o trata como opção para uso pontual em um jogo de possível pontuação elevada contra a defesa que ainda se adapta ao coordenador Jim Leonhard.

Quarterbacks para deixar no banco

Jalen Hurts, contra os Jaguars em Londres: as ausências de DeVonta Smith e Saquon Barkley, somadas aos problemas da linha ofensiva, preocupam Boone. O texto apontava o retorno esperado de Dallas Goedert após dois jogos fora e informava que Dontayvion Wicks jogaria, mesmo depois de aparecer com uma lesão na parte posterior da coxa.

A aposentadoria de Lane Johnson, a troca de Cam Jurgens e os problemas físicos de Landon Dickerson, Fred Johnson e Drew Kendall desorganizaram a proteção. Jacksonville, forte contra a corrida, também vinha dificultando a vida dos quarterbacks.

Sam Darnold, contra os 49ers: San Francisco permitia a sétima menor pontuação da posição. Nos três encontros da temporada anterior, Darnold teve 150 jardas sem touchdown na Semana 1, 198 sem touchdown na Semana 18 e 124 com um touchdown na rodada divisional.

Justin Herbert, contra os Broncos: suas posições semanais de fantasy foram QB22, QB24, QB23 e QB27. Para Boone, o rendimento não justificava a escalação nem diante de Denver sem os cornerbacks Patrick Surtain II e Riley Moss.

Running backs para deixar no banco

Alvin Kamara, contra os Vikings: dois touchdowns salvaram a atuação da Semana 4, em que ele teve sete corridas para 23 jardas e cinco recepções para 35. Mesmo sem Travis Etienne Jr., na reserva de lesionados, Kamara participou de apenas 38% dos snaps, dividindo trabalho com Kendre Miller e CJ Donaldson.

Minnesota era o confronto mais difícil para running backs no fantasy. Antes das 100 jardas e um touchdown de Ollie Gordon II em nove corridas, todos os corredores enfrentados haviam ficado abaixo de 50 jardas terrestres. Kamara, de 31 anos, também lidava com uma lesão nas costas. Boone o vê como RB3 de emergência, muito dependente de touchdown.

Omarion Hampton, contra os Broncos: o volume perdeu força após uma divisão quase equilibrada de snaps com Keaton Mitchell e Kimani Vidal. Touchdowns em três de quatro jogos sustentaram sua pontuação, mas os 11 toques na Semana 4 foram o menor total da temporada.

Tony Pollard, contra os Texans: apesar de algumas atuações utilizáveis recentemente, continua sendo um RB3 arriscado, com potencial limitado de pontuação. Boone prefere evitá-lo nesse confronto.

J.K. Dobbins, contra os Chargers: ficou abaixo de 50 jardas terrestres em todos os jogos, teve pouca participação no passe e ainda não marcou touchdown. O reencontro com a antiga equipe não é suficiente para mudar a avaliação.

Wide receivers para deixar no banco

Devaughn Vele, contra os Vikings: o recebedor dos Saints teve pelo menos 50 jardas em três jogos e marcou duas vezes no primeiro mês. Vinha de seis recepções, 54 jardas e um touchdown, mas seus adversários anteriores foram mais acessíveis. Contra os Raiders, que permitiam a oitava menor pontuação a wide receivers, ficou em três recepções e 39 jardas. Boone não sugere dispensá-lo antes do retorno de Jordyn Tyson, apenas reduzir as expectativas diante de Minnesota.

Recebedores dos Eagles, contra os Jaguars: os desfalques e as dificuldades do ataque tornam a busca por uma opção de emergência pouco atraente. Wicks jogaria apesar do novo problema físico; Makai Lemon seguia como aposta para mais adiante na temporada.

Courtland Sutton, contra os Chargers: superou 25 jardas apenas uma vez e vinha de uma recepção para quatro jardas contra os 49ers. Mesmo com Pat Bryant lesionado, Boone espera aumento de trabalho para Troy Franklin e Marvin Mims Jr., sem confiar em Sutton para a escalação.

Wan'Dale Robinson, contra os Texans: marcou nas duas semanas anteriores, mas nunca teve mais de quatro touchdowns em uma temporada da NFL. A avaliação é de um WR4 ou flex com piso e teto limitados.

Tight ends para deixar no banco

T.J. Hockenson, contra os Saints: a análise dependia de Justin Jefferson, que treinou de forma limitada após perder a semana anterior por uma lesão no tornozelo. A decisão poderia sair apenas perto do jogo, e Minnesota teria folga na Semana 6.

Com Jefferson, Hockenson voltaria a ser um TE2 de menor valor. Mesmo sem o recebedor, Boone recomenda cautela com a tentativa de repetir as 13 recepções e 119 jardas da rodada anterior. Como comparação, Dalton Schultz produziu 12 recepções e 140 jardas sem Nico Collins, mas caiu para três recepções e 30 jardas no jogo seguinte, quando recebeu mais atenção defensiva.

Dalton Schultz, contra os Titans: fora aquela atuação de destaque, teve no máximo 35 jardas em cada uma das outras três partidas, incluindo duas recepções e nove jardas na mais recente.

Kyle Pitts Sr., contra os Ravens: as 47 jardas da semana anterior vieram em três recepções e com rotas em apenas 43% dos dropbacks dos Falcons. Boone o considera fora do radar e dispensável na maioria das ligas em que os elencos são refeitos a cada temporada.

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