Fantasy: analistas projetam destaque para Tate, Corum e Bernard
Previsões ousadas para a Semana 6 também apontam riscos para Daniels e para a estreia de Harrison pelos Texans.
As projeções ousadas da equipe de fantasy para a Semana 6 incluem oportunidades para novatos e reservas, mas também alertas sobre nomes conhecidos. São hipóteses dos analistas antes da rodada, não resultados assegurados.
Tate e Corum entre as apostas de produção
Matt Harmon projeta Carnell Tate com 80 jardas e um touchdown contra Indianapolis. O recebedor dos Titans tem 46% das jardas aéreas pretendidas da equipe, e o analista vê oportunidade para explorar suas rotas pelo slot, setor em que os Colts permitem 118 jardas por jogo no levantamento.
Justin Boone prevê Blake Corum entre os 20 melhores running backs da rodada. A hipótese depende de os Rams construírem vantagem contra Arizona e distribuírem mais oportunidades. Nos dois encontros anteriores com os Cardinals, Corum teve 14 e 13 toques, respectivamente.
Vele, Odunze e Bernard podem crescer
Chris Allen coloca Devaughn Vele entre os 20 melhores recebedores. Ele vê nos passes rápidos de Tyler Shough uma resposta possível às blitzes dos Giants, com Vele ganhando espaço quando a proteção é pressionada.
Hayden Winks também projeta um resultado de top 20 para Rome Odunze, condicionado ao retorno de Caleb Williams. O recebedor participou de 99% dos snaps de Chicago na partida anterior.
Josh Norris prevê Germie Bernard entre os 24 melhores. O novato participa de rotas em 94% das jogadas de passe dos Steelers no recorte e passa 55% desse trabalho no slot, combinação que pode favorecer passes rápidos contra Tampa Bay.
Daniels e Harrison recebem projeções cautelosas
Ray Garvin contraria o consenso que colocava Jayden Daniels como QB7 e prevê desempenho fora dos 12 primeiros contra San Francisco. O argumento é que a boa defesa aérea pode exigir que o quarterback sustente sua pontuação principalmente correndo.
Scott Pianowski prevê duas recepções ou menos para Marvin Harrison Jr. em seu início com Houston. O analista cita o tempo de adaptação e a presença de Nico Collins, sem negar a possibilidade de evolução posterior do recebedor.