Jayden Daniels aprofunda autocrítica após erro no relógio contra os Giants
Quarterback assume responsabilidade pela sequência final da prorrogação e diz ter conversado com os companheiros sobre o episódio.
Jayden Daniels voltou a assumir responsabilidade pela falha de gestão do relógio que encerrou o duelo entre Washington Commanders e New York Giants em 27 a 27. Na quinta-feira, o quarterback aprofundou a autocrítica e afirmou ter dito aos companheiros que o erro não voltará a acontecer.
Daniels reconheceu que, independentemente da decisão da comissão, cabia a ele controlar a situação dentro de campo. Disse que sua atuação ficou abaixo do padrão que cobra de si e do exigido pela organização.
Chance de vitória escapou na prorrogação
Washington entrou em posição de tentar um field goal depois de recuperar um fumble de Cam Skattebo na linha de 24 jardas de seu campo. Sem tempos técnicos e com o relógio correndo, optou por executar outra jogada em vez de parar o tempo com um spike.
Daniels sofreu um sack e permaneceu alguns segundos no chão. O ataque não conseguiu se alinhar a tempo para interromper o relógio, e a partida terminou empatada.
Dan Quinn assumiu a responsabilidade após o jogo e voltou a fazê-lo na quinta-feira. O treinador reconheceu que a equipe poderia ter parado o relógio e tentado o chute sem buscar mais jardas. Também reiterou que não transferia a culpa ao quarterback.
Resposta às críticas e foco em San Francisco
Micah Parsons, que trabalhou com Quinn em Dallas, defendeu o treinador e responsabilizou Daniels pelo lance. O quarterback disse considerar compreensível a cobrança, mas afirmou que precisava aprender com o episódio e seguir a preparação para enfrentar o San Francisco 49ers na segunda-feira.
Daniels citou a regra de seu pai de virar a página em 24 horas e explicou que, com um dia extra de preparação nesta semana, concedeu a si mesmo até 48 horas para processar o ocorrido. Admitiu que a sequência o fez perder sono ao pensar no que poderia ter feito melhor.
O quarterback havia acabado de retornar de uma nova luxação no cotovelo esquerdo. Com campanha de 1–3–1, Washington procura demonstrar a resiliência destacada por Quinn e transformar a reflexão em uma resposta dentro de campo.