Lions avaliam ritmo de Cade Mays e função de Brian Branch antes de possíveis retornos
Dan Campbell elogia evolução de Juice Scruggs e diz que precisa avaliar capacidade de Mays para uma carga completa de snaps.
O Detroit Lions pode ter Cade Mays e Brian Branch disponíveis depois da semana de folga, mas ainda precisa definir o momento e a forma de seus retornos. Na análise de Jeremy Reisman, as duas situações envolvem necessidades diferentes do elenco.
Mays se recupera de uma fratura no punho sofrida no training camp. Branch tenta voltar após a ruptura do tendão de Aquiles que encerrou sua temporada anterior no início de dezembro. A reportagem apresenta possibilidades de utilização, sem anunciar ativações.
Evolução de Scruggs complica a decisão no center
Juice Scruggs, que substituiu Mays, ganhou elogios de Dan Campbell pela adaptação à posição. O treinador destacou a melhora na contagem silenciosa fora de casa e na identificação das responsabilidades da linha.
“Sinto que Juice melhorou jogando como center, ficando mais confortável, especialmente fora de casa, com a contagem silenciosa, fazendo as identificações, tudo isso”, afirmou.
Reisman observa que a PFF colocava Scruggs como o center mais bem avaliado, embora o autor considere essa posição mais elevada do que sua própria leitura do vídeo sugere. Ainda assim, a evolução faz com que a volta de Mays exija planejamento.
Campbell disse que Mays tinha participado de cerca de dois dias de atividades parciais. A equipe quer observar sua condição na semana seguinte e avaliar se ele suporta uma carga de aproximadamente 70 snaps, já que a rotação de um center é diferente da de um guard.
Branch pode ajudar uma secundária desfalcada
O grupo de safeties tem enfrentado problemas a ponto de Detroit utilizar o cornerback novato Keith Abney na posição contra Arizona. Na avaliação de Reisman, a mudança trouxe alguma estabilidade.
A volta de Branch abre perguntas sobre seu papel: retomar a função híbrida entre nickel e safety ou atuar mais recuado, como safety único. A reportagem não apresenta uma escolha definitiva da comissão, nem confirma quem jogará ao seu lado.
O ponto central é que a expectativa de melhora com os dois jogadores depende da recuperação física e das decisões de utilização, não apenas da liberação para voltar ao campo.