Análise aponta sete equipes que deveriam buscar reforços antes do prazo de trocas
Buffalo, Chiefs, Lions, 49ers, Rams, Seahawks e Vikings aparecem na avaliação de Michael Middlehurst-Schwartz; alvos são hipóteses.
A proximidade do prazo de trocas de 2026 coloca equipes com ambições de playoffs diante de escolhas sobre reforçar o elenco. Michael Middlehurst-Schwartz, do USA TODAY, aponta sete times que deveriam buscar ajuda, sem afirmar que negociações pelos nomes citados estejam em andamento.
Trocas como as de J.J. McCarthy, Joey Porter Jr., Cam Jurgens e Marvin Harrison Jr. mostram que alguns clubes já se movimentaram. A lista reúne Buffalo Bills, Kansas City Chiefs, Detroit Lions, San Francisco 49ers, Los Angeles Rams, Seattle Seahawks e Minnesota Vikings. Trata-se de uma avaliação de necessidades e possíveis encaixes.
Buffalo Bills: apoio para a secundária
Buffalo aparece em 30º no EPA defensivo por jogada e em 28º contra dropbacks, segundo Next Gen Stats. Christian Benford administra uma lesão no dedo do pé, enquanto Maxwell Hairston e Davison Igbinosun enfrentam dificuldades do outro lado.
O autor menciona Riq Woolen, se estivesse disponível, e uma volta de Rasul Douglas como possibilidades. Também considera útil procurar ajuda em safety e linebacker. Nenhum dos dois cornerbacks é apresentado como alvo confirmado dos Bills.
Kansas City Chiefs: ameaça profunda e pass rush
O ataque recuperou força, mas a lesão de Tyquan Thornton abriu uma lacuna no passe longo. A volta de Justin Watson acrescenta profundidade, sem necessariamente resolver essa função.
A defesa tem taxa de sacks de 2,5%, última da NFL, e está em 19º na frequência de pressões. Mesmo com sinais positivos do novato R Mason Thomas, o autor questiona a dependência de George Karlaftis no grupo.
Detroit Lions: fortalecer a cobertura
Detroit soma 20 sacks, maior total da liga, mas apresenta o quarto pior EPA defensivo contra dropbacks. A volta de Brian Branch ajuda, sem eliminar todas as dúvidas.
Kristian Fulton e Donte Jackson aparecem como hipóteses, condicionadas aos planos de Chiefs e Chargers. O fato de estarem no último ano de contrato poderia limitar custo e risco, na avaliação do texto.
San Francisco 49ers: seguro contra novas lesões
Mesmo invicto, San Francisco enfrenta problemas físicos em posições importantes. O autor cita Jerry Jeudy, Chris Godwin, Calvin Ridley e Quentin Johnston como nomes para acompanhar, mas considera uma reunião com Jauan Jennings uma alternativa mais simples.
Jennings tem apenas duas recepções para nove jardas em Minnesota e conhece o sistema de Kyle Shanahan e Brock Purdy. Também haveria espaço para reforçar o pass rush enquanto Nick Bosa e Mykel Williams se recuperam.
Los Angeles Rams: necessidade com recursos limitados
Os Rams estão em 2–3 e seguem sem Myles Garrett por problema no joelho. Middlehurst-Schwartz aponta que a equipe não tem escolhas de primeira e terceira rodadas do próximo draft nem a de segunda de 2028.
O levantamento cita apenas US$ 724 mil de espaço no teto salarial, conforme Over The Cap naquele momento. Um terceiro recebedor poderia reduzir a dependência de Puka Nacua e Davante Adams, mas o custo precisa caber nesse cenário.
Seattle Seahawks: diversificar o ataque
Jaxon Smith-Njigba tem 50 alvos e 583 jardas, mais que o dobro dos alvos de qualquer companheiro e mais que quatro vezes as jardas do segundo colocado. Brian Thomas Jr. é citado como uma hipótese de alto impacto, não como jogador disponível em negociação confirmada.
O autor pondera que Seattle pode preferir atravessar as dificuldades terrestres até a estreia de Zach Charbonnet, em vez de buscar uma solução externa.
Minnesota Vikings: melhorar o apoio a Murray
Invicto, Minnesota ainda é 27º no EPA ofensivo por jogada. A análise descarta esperar que um único reforço resolva todas as dificuldades e sugere opções de custo menor para a linha e para tight end.
A perda de Donovan Jackson e o afastamento de Josh Oliver aumentam a importância do bloqueio. A possível volta de Jordan Mason depois da folga é outro elemento do planejamento. A lista descreve oportunidades de mercado, sem anunciar propostas ou acordos.