Opinião: chute antecipado de Brady trouxe risco desnecessário aos Bills
Matt Warren questiona decisão de tentar field goal com quase dois minutos na prorrogação, mesmo após o acerto que decidiu contra os Rams.
Tyler Bass acertou o field goal que deu ao Buffalo Bills a vitória por 37 a 34 sobre o Los Angeles Rams. Para Matt Warren, porém, Joe Brady deveria ter consumido mais tempo antes de autorizar a tentativa na prorrogação.
O autor argumenta que, com quase dois minutos restantes, um erro devolveria a bola a Matthew Stafford com tempo suficiente para vencer. Se Buffalo tivesse reduzido o relógio para perto de 30 segundos antes de chutar, a chance de derrota seria menor, embora ainda existissem riscos como fumble, falta ou retorno de um bloqueio.
Resultado favorável não encerra o debate
Warren considera que duas jogadas conservadoras de quarterback poderiam ter consumido o tempo sem uma entrega ao running back. Reconhece os riscos adicionais de executar mais snaps, mas vê valor em preservar o empate como alternativa à derrota.
O jornalista também lembra que Bass havia errado um extra point afastado por uma falta. Em sua avaliação, o field goal decisivo não deveria ser tratado como automático.
Buffalo emprega Marc Lubick como especialista em gestão de jogo há três temporadas. Warren entende que a discussão continua necessária mesmo quando a chamada termina em vitória.
Crítica também aos Rams
O autor questiona a escolha de Sean McVay por uma corrida curta antes do field goal longo bloqueado na prorrogação e considera que Los Angeles poderia ter buscado dois pontos no fim do tempo regulamentar.
Warren compara o debate a uma decisão de Sean McDermott em 2017, quando Buffalo chutou um punt na prorrogação contra Indianapolis em uma nevasca, depois recuperou a posse e venceu. Para ele, o resultado daquele jogo também não tornava correta a decisão anterior. As avaliações são opinativas e não alteram o placar nem atribuem erro formal à arbitragem.