Ravens mostram preparo em jogo apertado, mas análise cobra mudança nos tight ends
Minter e Doyle receberam elogios após vitória sobre Atlanta; autores pedem mais espaço a Hibner e Cuevas e estabilidade no center.
A vitória do Baltimore Ravens por 30 a 23 sobre o Atlanta Falcons na prorrogação mostrou a preparação de Jesse Minter para os momentos decisivos. Nikhil Mehta e Frank Platko também apontaram ajustes necessários, especialmente nos tight ends e no center.
Melhor quando o jogo mais exige
Minter repete a ideia de estar no melhor nível quando isso é mais necessário. Depois de erros nos três primeiros períodos, Baltimore executou a campanha do empate e uma posse longa na prorrogação, sem Lamar Jackson e Trey Hendrickson.
Declan Doyle atacou o reserva Mike Ford assim que entrou na cobertura e chamou uma conversão que usou Zay Flowers para desviar a atenção, liberando Derrick Henry numa corrida de wildcat pela lateral. Receber primeiro na prorrogação manteve uma defesa cansada de Atlanta em campo por 14 jogadas e cerca de sete minutos.
Menos dependência de Andrews
Platko reconhece primeiras descidas importantes de Mark Andrews no fim, mas considera preocupantes o touchdown perdido na abertura, a conversão de dois pontos não recebida e o fumble que virou pontuação de Atlanta.
A proposta do autor é ampliar o uso dos calouros Matthew Hibner e Josh Cuevas, que mostraram capacidade de receber em oportunidades limitadas. Isso reduziria a carga de Andrews sem eliminar seu papel.
Jurgens pode estabilizar a operação
Vega Ioane merece crédito por atuar como center de emergência, mas seus snaps tiveram inconsistência. Huntley controlou bem os envios contra Atlanta. A chegada de Cam Jurgens deve oferecer um jogador natural da posição e permitir que Ioane volte à sua função original de guard.
Hamilton e Flowers reconheceram o histórico de derrotas em partidas apertadas. Para Mehta, a execução das duas campanhas finais sugere uma mudança de resposta coletiva, ainda que o time não tenha jogado bem durante todo o confronto.