Ravens x Falcons: três ajustes para Baltimore vencer sem Lamar Jackson
Análise propõe facilitar o trabalho de Tyler Huntley, reforçar a defesa terrestre e rever a posição de quarterback se o ataque travar.
O Baltimore Ravens terá de adaptar seu plano ofensivo para enfrentar o Atlanta Falcons sem Lamar Jackson, fora por lesão no tornozelo. Em análise do confronto, Zach Canter aponta três prioridades: facilitar as leituras de Tyler Huntley, preparar a defesa para Bijan Robinson e manter uma alternativa caso o quarterback reserva não consiga movimentar o ataque.
Um plano mais simples para Huntley
A proposta começa com corridas por fora com Derrick Henry, aproveitando os problemas físicos dos defensores de borda de Atlanta. Corridas desenhadas para Huntley, passes rápidos e leituras iniciais bem definidas também podem reduzir a exposição do quarterback.
Zay Flowers e Justice Hill aparecem como opções para ganhar jardas depois de passes curtos. Screens para Henry, uma saída discreta do tight end Matt Hibner após simular bloqueio e lançamentos de primeira leitura para Rashod Bateman e Mark Andrews completam as alternativas sugeridas.
O objetivo é proteger a posse e evitar terceiras descidas longas. Para o autor, repetir um ataque preso aos 17 pontos pode não ser suficiente contra uma equipe que volta a contar com Michael Penix Jr.
Mais linebackers contra Bijan
Canter observa que a defesa de Jesse Minter cedeu espaço terrestre quando utilizou formações com mais defensive backs. Jonathan Taylor e Javonte Williams passaram de cinco jardas por corrida nos primeiros dois jogos citados na análise.
A sugestão é dar mais snaps conjuntos a Roquan Smith, Trenton Simpson e Teddye Buchanan, obrigando Penix a sustentar campanhas pelo passe. Nate Wiggins teria um duelo importante com Drake London. O ataque de Baltimore, por sua vez, precisaria combinar pontos com posses capazes de desgastar a defesa adversária.
Uma alternativa ainda hipotética
Huntley não produziu pontos no segundo tempo contra o Tennessee Titans: foram 116 jardas em 28 jogadas, média de 4,1. O texto reconhece os efeitos do contexto e do clima, mas considera necessário observar se a limitação se repete desde o começo contra Atlanta.
Se o ataque não reagir, o autor defende considerar Joe Fagnano, não selecionado no draft e elogiado pela pré-temporada. Essa é uma recomendação do colunista, não uma mudança anunciada. O argumento inclui a importância de um reserva confiável, como Robert Griffin III havia sido, e a avaliação negativa da experiência com Cooper Rush em 2025.