Análise cobra reação de Kellen Moore e início de jogo mais forte dos Saints
Nic Jennings aponta campanha de 7–15 sob o treinador e dificuldades no primeiro quarto, sem anúncio de mudança na comissão.
O início de 1–4 do New Orleans Saints aumentou a pressão sobre Kellen Moore. Na análise de Nic Jennings, os problemas de preparação e execução aparecem principalmente antes do intervalo e exigem uma resposta concreta da equipe.
Depois da derrota por 23 a 13 para o Minnesota Vikings, Moore ficou com sete vitórias e 15 derrotas em 22 jogos à frente dos Saints. Em casa, o retrospecto apresentado era de 3–8, incluindo três derrotas consecutivas no início de 2026.
Primeiros quartos concentram dificuldades
No levantamento citado, New Orleans marcou 35 pontos nos primeiros quartos durante a gestão de Moore, o menor total da NFL nesse intervalo. A equipe teve 29 campanhas de três jogadas encerradas em punt nesse período, o maior número da liga.
Os Saints só lideraram ao fim do primeiro quarto uma vez e foram para o intervalo à frente em quatro dos 22 jogos. Para Jennings, o padrão indica mais do que episódios isolados de início lento.
Produção contra Minnesota reforçou a cobrança
O ataque terminou com 142 jardas totais, seu menor número desde as 128 contra Carolina na Semana 2 de 2021. O saldo de turnovers na gestão de Moore era de menos dez no levantamento.
A cobrança pública de Gayle Benson amplia o contexto, mas a reportagem não anuncia demissão ou mudança de comando. Jennings argumenta que a equipe precisa mostrar melhora, especialmente no começo das partidas, para reduzir as dúvidas sobre o futuro do treinador.