Opinião: Harrison Jr. traz esperança, mas não resolve todos os problemas dos Texans
Mike Bullock vê valor na reunião do recebedor com Stroud, mas mantém críticas à linha, à corrida e à comissão ofensiva.
A chegada de Marvin Harrison Jr. dá ao Houston Texans um motivo para recuperar o otimismo, mas não elimina os problemas do início de temporada, avalia Mike Bullock. O colunista considera positiva a reunião do recebedor com C.J. Stroud, seu antigo quarterback em Ohio State.
Houston venceu Tennessee por 26 a 3 e está em 1–4. DeMeco Ryans demonstrou entusiasmo com a troca, realizada por uma escolha de segunda rodada, enquanto Bullock questiona se o reforço será suficiente para mudar a trajetória do ataque.
Valor da troca e dificuldades persistentes
O autor vê lógica em atender a um pedido de Stroud e impedir que um rival de divisão, Indianapolis, reforçasse o grupo com Harrison. As referências a interesse e exigências na negociação são relatos citados na coluna, não novos acordos anunciados.
Stroud completou 119 de 185 passes para 1.402 jardas, com sete touchdowns totais, nenhuma interceptação e passer rating de 98,1 no recorte apresentado. Bullock considera que ele está jogando bem apesar da proteção irregular e da pouca ajuda terrestre.
O colunista também cita um índice de pressão de Max Barlow, do Casino Gurus: Houston recebeu 68,8 pontos em 100, sétima posição. Nesse modelo, sua estimativa de playoffs caiu de 59% para 25%, diferença de 34 pontos percentuais. O índice recuou 17 pontos desde a Semana 3; essas são estimativas do modelo, não probabilidades oficiais da NFL.
Papel de Harrison depende do desenvolvimento ofensivo
Harrison teve 62 recepções, 885 jardas e oito touchdowns em sua temporada de estreia por Arizona. Bullock contesta a conclusão imediata de que ele seja um fracasso e considera que um papel mais adequado pode recuperar sua produção.
Ao mesmo tempo, mantém críticas ao coordenador Nick Caley e à estrutura do ataque. Para o autor, um jogo aéreo melhor não impede, sozinho, que a defesa ceda campanhas decisivas nem corrige a corrida.
O duelo com Jacksonville em Londres pode ser cedo para avaliar plenamente a combinação de Stroud, Nico Collins e Harrison. A coluna apresenta esperança e cobrança, sem garantir que a troca transformará a temporada.