Vikings chegam a 5–0 com defesa dominante e destaque de Byron Murphy
Análise da vitória por 23 a 13 sobre os Saints destaca Reichard, Aaron Jones e o trabalho de Brian Flores.
O Minnesota Vikings venceu o New Orleans Saints por 23 a 13 e chegou a cinco vitórias em cinco jogos. Na análise de Craig Williams, o placar não traduz completamente o controle de Minnesota: a defesa voltou a dominar, enquanto o ataque teve uma de suas melhores apresentações do ano.
Kevin O’Connell entregou bolas do jogo a Kyler Murray, Justin Jefferson e Aaron Jones. Williams também destacou outros protagonistas da partida.
Reichard mantém a precisão
Will Reichard acertou os três field goals e os dois extra points que tentou, mantendo uma temporada sem erros. Para o autor, o kicker já representa mais do que segurança: tornou-se uma arma capaz de transformar avanços até o campo adversário em pontos.
Murray não precisou de uma atuação espetacular. Sem Jordan Addison e Christian Darrisaw, e com T.J. Hockenson deixando o jogo cedo, sua principal missão era evitar erros decisivos e conduzir o ataque.
Aaron Jones sustenta o jogo terrestre
Jones perdeu um fumble na red zone, mas terminou com 113 jardas terrestres. Desde a lesão de Jordan Mason, vem assumindo uma carga elevada de trabalho. Sua produção ajudou a controlar o ritmo e a manter a defesa dos Saints em campo; a expectativa de Williams é que receba ajuda depois da semana de folga.
Murphy e Flores comandam a defesa
Byron Murphy Jr. conseguiu duas interceptações e permitiu apenas três jardas em cobertura. Na avaliação do autor, foi uma de suas melhores partidas pelos Vikings. A pressão sobre o quarterback facilitou seu trabalho, mas o cornerback aproveitou as oportunidades.
Williams também atribui parte central da campanha invicta ao coordenador Brian Flores. Minnesota segurou todos os adversários abaixo de 20 pontos e continua provocando turnovers em momentos importantes.
Dallas Turner, Jalen Redmond, Blake Cashman e Eric Wilson estão entre os defensores citados como exemplos de uma unidade em que os destaques mudam a cada semana. Quando é difícil escolher apenas um jogador, argumenta o autor, também cabe reconhecer o treinador que organiza a pressão, confunde os quarterbacks e coloca o grupo em condições de produzir.