Análise de vídeo destaca força e técnica de Willie Lampkin na estreia
Guard dos Eagles mostra bloqueios no segundo nível, equilíbrio contra Armstead e proteção de blitz na primeira partida como titular.
Willie Lampkin mostrou sinais promissores em sua primeira partida como titular na NFL, contra o Jacksonville Jaguars em Londres. Na análise de vídeo de Ryan Fowler, o guard do Philadelphia Eagles compensou diferenças de tamanho com força, controle corporal e boa execução técnica.
Trabalho em dupla com Majors
Em uma jogada pelo interior, Jake Majors cruzou a frente de DaVon Hamilton, enquanto Lampkin ajudou a tirar o defensor de equilíbrio. Em seguida, o guard direcionou sua atenção ao linebacker no segundo nível.
Fowler considera a sequência um exemplo bem executado de bloqueio de left guard: contato inicial, ajuda ao center e avanço para o próximo defensor. O autor vê espaço para o corredor explorar melhor o caminho aberto. Uma eventual produção maior com Saquon Barkley é uma projeção, não resultado daquela jogada de Dameon Pierce.
Alavanca contra Armstead e Dickerson
Lampkin mede aproximadamente 1,80 m, com braços de cerca de 80 cm, enquanto Arik Armstead tem aproximadamente 2,01 m e braços de 84 cm. Mesmo assim, o guard controlou a parte interna do corpo do adversário em uma proteção de passe e resistiu à troca de trajetórias da defesa.
Ao ser deslocado, restabeleceu a base com o pé direito e manteve o bloqueio. Fowler destaca a agilidade lateral e o centro de gravidade baixo.
Em uma corrida curta para touchdown, Lampkin neutralizou Matt Dickerson e o manteve fora do espaço entre os bloqueadores. O autor relaciona essa capacidade de ganhar a disputa de alavanca à experiência do jogador como lutador de wrestling.
Resposta à blitz
Em outra proteção, Lampkin ajustou sua posição para fora e recebeu Jarrian Jones, usando o corpo e as mãos para afastar o cornerback da jogada. Para Fowler, o lance demonstra reconhecimento, força e agressividade controlada.
O analista considera que a atuação merece uma avaliação prolongada do jovem como peça da linha ofensiva, mesmo após eventuais retornos de lesionados. É uma recomendação de desenvolvimento, sem definição de titularidade futura pela comissão.