Defesa dos Saints busca reação contra ataque ainda irregular dos Vikings
Minnesota está invicto, mas ocupa o 31º lugar em jardas ofensivas. Lesões na linha e pressão sobre Kyler Murray abrem uma oportunidade para Nova Orleans.
Os Vikings chegam a Nova Orleans com campanha de 4–0, mas seu ataque ainda não encontrou consistência. Para Anthony Parker, o confronto oferece à defesa dos Saints uma chance de recuperar a confiança depois da atuação difícil contra os Falcons na segunda-feira.
Minnesota ocupa o 31º lugar em jardas ofensivas, com média de 262,8 por jogo. O time tem apenas 156 jardas de passe por partida, a menor marca da liga, e 106,8 terrestres, em 16º. Seus 21,5 pontos por jogo representam a 18ª posição.
Kyler Murray chegou nesta offseason, e Justin Jefferson perdeu apenas uma partida, a do domingo anterior. Portanto, a produção limitada não pode ser explicada por uma ausência prolongada do principal recebedor.
Lesões atingem o lado esquerdo da linha
Christian Darrisaw está no protocolo de concussão depois de se machucar contra os Dolphins. Donovan Jackson rompeu o menisco no mesmo jogo e passou por uma cirurgia que encerrou sua temporada. Assim, Minnesota pode atuar sem os dois titulares do lado esquerdo da linha ofensiva.
Os Vikings já permitiram 13 sacks nas primeiras quatro partidas. A pressão ajuda a explicar a falta de ritmo no passe e oferece aos Saints a possibilidade de estabelecer seu pass rush e melhorar contra a corrida, dois pontos que precisam evoluir.
Hockenson e Jefferson continuam perigosos
T.J. Hockenson lidera o time com 22 recepções para 195 jardas e um touchdown. Jefferson tem 13 recepções para 179 jardas e dois touchdowns.
Nova Orleans tem enfrentado dificuldades para cobrir tight ends e recebedores de alto nível. Mesmo com um ataque irregular, Minnesota reúne talento suficiente para transformar uma oportunidade em produção.
Parker defende que os Saints forcem terceiras descidas longas e evitem faltas que resgatem o adversário. Os Vikings já se colocam em situações difíceis com infrações antes do snap; a defesa precisa aproveitar isso.
Na leitura do autor, Minnesota tem jogado para não perder, mas ainda pode juntar suas peças e apresentar uma atuação completa. Ele considera Saints com a bola contra Vikings sem a bola um encontro dos pontos fortes e vê o duelo entre o ataque de Minnesota e a defesa de Nova Orleans como decisivo: vencerá quem extrair mais de sua unidade mais vulnerável.