Vikings buscam 5–0 e evolução ofensiva contra os Saints
Jesse M projeta o confronto em New Orleans, mistura análise com memória de torcedor e cobra mais touchdowns antes da folga.
Os Vikings visitam os Saints com a chance de chegar a cinco vitórias em cinco jogos antes da folga. Na coluna de Jesse M, a expectativa de evolução ofensiva se mistura à memória emocional da rivalidade com New Orleans.
Os Saints estão 1–3. O ataque produz 367 jardas por jogo, nono na NFL, e 26,3 pontos, décimo. O autor pondera que parte dessa produção surge em partidas nas quais a equipe precisa perseguir o placar e enfrenta coberturas menos agressivas.
A defesa permite 32 pontos por jogo, pior marca da liga, pouco acima dos 31,8 cedidos pelos Lions. Depois de sofrer 45 pontos de Atlanta, New Orleans pode entrar abatido ou motivado para evitar o 1–4, avalia o colunista.
A oportunidade de ganhar ritmo
Para Jesse M, o confronto favorece um salto do ataque de Minnesota. Seria o décimo início 5–0 da franquia na era moderna; sete das nove temporadas anteriores com essa largada terminaram nos playoffs. A coluna também destaca que todos os inícios 4–1 citados em seu levantamento histórico resultaram em classificação.
O autor espera que Kyler Murray possa alcançar 300 jardas e múltiplos touchdowns, especialmente se Justin Jefferson estiver disponível. Na sexta pela manhã, a presença do recebedor ainda era uma possibilidade.
A corrida também pode crescer: os Falcons marcaram cinco touchdowns terrestres contra os Saints. Aaron Jones teria uma oportunidade, embora Jesse M prefira um plano inicial mais voltado ao passe, imaginando que New Orleans concentre esforços em corrigir o problema terrestre.
A defesa como diferencial
O colunista considera que os Saints ainda não encontraram um grupo comparável ao de Brian Flores nesta temporada. Cita Dallas Turner, Jalen Redmond, Blake Cashman, Eric Wilson, Andrew Van Ginkel, Levi Drake Rodriguez, Caleb Banks e Domonique Orange, conhecido como Big Citrus, como peças capazes de pressionar Tyler Shough.
Sua projeção é que a defesa limite um eventual jogo de trocas de pontuação, cenário ao qual New Orleans se acostumou no início do ano.
Rivalidade e memória de torcedor
Jesse M assume que ainda guarda ressentimento da decisão da NFC da temporada de 2009 e do episódio de recompensas por atingir adversários, associado à comissão de Gregg Williams. Relaciona essa lembrança aos golpes sofridos por Brett Favre e ao desejo pessoal de vencer os Saints com uma diferença ampla, mesmo reconhecendo que elenco e comissão atuais são outros.
A coluna usa, em tom lúdico, uma consulta à runa Hagalaz, associada a granizo e forças destrutivas, como metáfora para a atuação desejada. Trata-se de um recurso de torcedor, sem valor de previsão esportiva.
Menos field goals, mais touchdowns
Minnesota não marcou touchdowns ofensivos em duas das quatro partidas. Para o autor, depender apenas de field goals é uma fonte de preocupação, apesar da qualidade de Will Reichard.
Ele imagina o kicker construindo uma carreira histórica, mas lembra que momentos decisivos de playoffs, como os de Adam Vinatieri, são necessários para esse reconhecimento. O desejo para domingo é que o ataque resolva mais campanhas com touchdowns e deixe Minnesota aproveitar a folga ainda invicto.