Bills precisam usar mais James Cook sem abandonar passes nas primeiras descidas
Chris Trapasso defende maior participação do running back e manutenção da agressividade aérea com Josh Allen em situações iniciais.
James Cook teve apenas oito corridas nos três primeiros quartos e 12 no total na derrota dos Bills para os Patriots. Para Chris Trapasso, o running back precisa receber mais oportunidades em jogos equilibrados, mas isso pode acontecer sem abandonar o passe nas primeiras descidas.
O colunista considera que o momento de chamar a corrida importa tanto quanto o volume. Com Josh Allen como quarterback, defende que Buffalo continue priorizando o ataque aéreo em primeiras e segundas descidas.
Dois recortes de uma mudança de abordagem
Na estreia, os Bills marcaram 36 pontos em Houston e tiveram a sexta maior frequência de passes nas duas primeiras descidas. Considerando as Semanas 1 e 2 e excluindo situações de jogo já desequilibrado, passaram em 58,0% dessas oportunidades, a oitava maior taxa da NFL.
No mesmo recorte, o ataque foi quarto em EPA por jogada, indicador de pontos esperados acrescentados.
Nas Semanas 3 e 4, a taxa de passe inicial caiu para 47,4%, a décima menor da liga, e Buffalo ficou em 16º em EPA por jogada.
Trapasso ressalta que essa associação não prova que os passes causaram toda a diferença de eficiência. Ainda assim, vê uma correlação que merece atenção na escolha das chamadas.
Mais Cook nos momentos certos
O autor admite que 12 corridas são poucas para Cook em uma partida apertada. Sua proposta é ampliar o papel do jogador, especialmente quando a defesa menos espera uma corrida, e manter a ameaça de Allen pelo ar nas descidas iniciais.
Na avaliação da coluna, esse equilíbrio ajuda a ganhar eficiência em uma liga decidida por margens pequenas.