Eagles x Panthers: painel de palpites aposta em reação de Philadelphia
Cinco dos seis analistas da NBC Sports Philadelphia escolhem os Eagles, mesmo com desfalques e dificuldades ofensivas antes da Semana 6.
Os Eagles, com duas vitórias e três derrotas, recebem os Panthers, que estão em 2–2, no domingo à tarde, no Lincoln Financial Field. No painel da NBC Sports Philadelphia, cinco de seis analistas apostam em uma reação dos donos da casa.
Os retrospectos abaixo indicam os acertos e erros de cada participante em seus palpites anteriores. Os placares são projeções, não resultados.
Reuben Frank, 4–1: Eagles 27, Panthers 23
Frank admite não ter uma explicação lógica para escolher Philadelphia. O time perdeu boa parte de seus melhores jogadores, passa por turbulência, não marca um touchdown no segundo tempo há semanas e chegou ao quarto running back da hierarquia.
A equipe usará sua quinta formação de linha ofensiva em seis semanas. Hurts está afastado sem prazo definido por causa de um coágulo, e Tanner McKee, terceira opção até pouco tempo antes, começará contra um adversário competitivo.
Ainda assim, Frank acredita que, às vezes, o time surpreende justamente quando a situação parece pior. McKee pode jogar bem; a defesa pode conter Bryce Young e Chuba Hubbard; o ataque pode voltar a marcar um touchdown no terceiro quarto, algo que não faz desde a última rodada da temporada regular anterior.
Seu palpite se baseia na possibilidade de o grupo se unir em meio ao caos. Ele reconhece que isso pode não acontecer, mas escolhe acreditar.
Dave Zangaro, 4–1: Panthers 23, Eagles 21
Zangaro começou a semana inclinado a escolher os Eagles, mas mudou depois da confirmação de que Hurts não joga. Está curioso para observar McKee e vê uma partida equilibrada, com possibilidade real de vitória de Philadelphia.
A dificuldade é confiar no ataque, especialmente depois de apenas três pontos nos segundos tempos dos últimos três jogos. DeVonta Smith deve ajudar, mas ainda faltam peças importantes.
A defesa recupera Jonathan Greenard e perde Jalyx Hunt. Zangaro considera que a unidade vem jogando muito bem e fará o suficiente para dar uma chance ao time. Sua escolha por Carolina decorre da falta de confiança na resposta ofensiva.
Barrett Brooks, 4–1: Eagles 26, Panthers 24
Brooks não considera a temporada encerrada, embora também não veja o time pronto para o Super Bowl. A perda do quarterback titular agrava uma situação já difícil, mas ele espera que o rendimento comece a subir.
Torceria pela volta de Landon Dickerson e avaliava que, mesmo abaixo de sua condição ideal, ele poderia superar as alternativas como left guard. Drew Kendall também era uma possível opção como center. Se não estivesse pronto, Brooks demonstrava confiança em Willie Lampkin para a função.
A volta de Smith é outro reforço importante para McKee. Mesmo assim, a defesa precisa conduzir o time. Brooks vê melhora nos três níveis, Jalen Carter atuando em nível de elite e Greenard retornando para pressionar Young.
A secundária precisará conter Tetairoa McMillan e Jalen Coker. O analista acredita que essa combinação manterá a partida ao alcance até o ataque finalmente aparecer.
Mike Mulhern, 4–1: Eagles 23, Panthers 20
Mulhern usa como argumento contrário aos Eagles o retrospecto, citado em sua análise, de equipes que voltam de um jogo no exterior para enfrentar um adversário vindo de folga. A ausência de Hurts torna o cenário ainda menos favorável.
Young está produzindo pelo ar. McMillan e Coker, de volta ao time, oferecem alvos grandes nas pontas, enquanto Hubbard ajuda saindo do backfield. Apesar disso, Mulhern ainda não está totalmente convencido por Carolina.
Com Greenard e Carter, espera que a defesa de Vic Fangio consiga incomodar o quarterback. A questão é se o ataque fará o suficiente para aproveitar.
As séries curtas das últimas semanas deixaram a defesa exausta no fim. Smith pode abrir espaço mesmo com Dameon Pierce e McKee assumindo funções que originalmente pertenciam a outros titulares.
Uma derrota aprofundaria a crise; uma vitória poderia começar a mudar a temporada. Mulhern aposta que o time voltará a responder por Sirianni.
Ashlyn Sullivan, 5–0: Eagles 22, Panthers 17
Sullivan não considera os Eagles tão ruins quanto parecem. Estão apenas uma vitória abaixo de 50%, em uma NFC East pouco convincente, e perderam partidas apertadas que poderiam ter seguido outro rumo.
Ela reconhece que a execução não foi perfeita, mas destaca o volume de lesões e espera que a situação melhore. Smith volta, Dickerson era uma possibilidade e Greenard também deve atuar.
Sullivan acredita que McKee se encaixará no que Mannion tenta fazer e será mais agressivo nos passes do que Hurts nas semanas recentes. Smith e Dallas Goedert podem explorar uma secundária jovem. Seu palpite é de vitória apertada para encerrar a sequência de três derrotas.
Ryan Fowler, 5–0: Eagles 20, Panthers 17
Fowler reconhece os motivos para escolher Carolina: Hurts e Barkley fora, linha remendada e ataque sem continuidade ou identidade. Ainda assim, gosta do que McKee oferece como passador de pocket com disposição para arriscar lançamentos.
Contra uma secundária com vários atletas no primeiro ou segundo ano, essa postura pode ser vantajosa. O quarterback também tenta mostrar que pode começar na NFL, tanto aos Eagles quanto a outros times já pensando em 2027.
Na avaliação de vídeo do analista, houve espaços na corrida não aproveitados e recebedores livres que Hurts hesitou em acionar. McKee cometerá erros, mas não deverá ter receio de atacar em profundidade, agora com Smith disponível.
Defensivamente, Fowler destaca a necessidade de variar as pressões e coberturas, porque Young melhorou muito nos ajustes às leituras antes do snap. Confia em Quinyon Mitchell contra McMillan e prefere obrigar outros jogadores a vencer o jogo.
Carolina tem talento e execução para ganhar fora. Mas o analista lembra que também sofreu 59 pontos contra Chicago na estreia e perdeu para Cleveland. Sua escolha final é pelos Eagles, apoiados por uma defesa que vem sustentando o time.