Wisconsin x UCLA: notas e snaps expõem dificuldades do ataque dos Badgers
Joseph teve apenas 66 jardas aéreas na derrota por 17 a 7; veja as avaliações do PFF e a análise de cada setor ofensivo.
O Wisconsin Badgers perdeu por 17 a 7 para o UCLA Bruins, então número 12 do país, no sábado. Foi a segunda derrota da temporada, em uma atuação especialmente difícil para o ataque.
Colton Joseph passou para apenas 66 jardas. As penalidades foram recorrentes, e Wisconsin enfrentou terceiras descidas com distância média de 9,4 jardas para avançar. A seguir, os snaps, as notas do Pro Football Focus e a análise dos setores ofensivos.
Quarterbacks
| Jogador | Snaps | Nota PFF |
|---|---|---|
| Colton Joseph | 51 | 45,6 |
Joseph foi importante para o jogo terrestre, mas continuou com dificuldades como passador: completou seis de 16 tentativas para 66 jardas. Perdeu oportunidades, enquanto os recebedores também não conseguiram se desmarcar. O resultado foi uma atuação ruim do jogo aéreo como um todo.
Running backs
| Jogador | Snaps | Nota PFF |
|---|---|---|
| Darrion Dupree | 31 | 62,0 |
| Abu Sama III | 19 | 68,0 |
| Bryan Jackson II | 1 | 60,0 |
Dupree e Sama dividiram o trabalho. O primeiro correu seis vezes para 20 jardas, e o segundo teve seis tentativas para 34. Dupree contou com apenas 0,16 jarda antes do contato por corrida.
Wisconsin teve mais sucesso atacando as extremidades, mas continuou sem abrir espaço entre os tackles. Parte da dificuldade decorre da pouca ameaça que o jogo aéreo representa para as defesas; outra parte vem da execução da linha ofensiva.
Os running backs somaram somente 12 corridas porque Joseph ficou com outras 15.
Wide receivers
| Jogador | Snaps | Nota PFF |
|---|---|---|
| Chris Brooks Jr. | 34 | 68,4 |
| Tyrell Henry | 24 | 58,4 |
| Eugene Hilton Jr. | 18 | 60,8 |
| Jaylon Domingeaux | 17 | 53,3 |
| Malachi Coleman | 16 | 42,8 |
| Shamar Rigby | 12 | 57,6 |
A presença de Domingeaux permitiu um rodízio de seis recebedores, mas nenhum terminou com mais de duas recepções. Sua jogada de 23 jardas na segunda campanha foi o único grande avanço aéreo dos Badgers.
A dificuldade para ganhar separação continua. Também houve drops importantes: Coleman deixou escapar uma bola que poderia render touchdown na campanha encerrada com um field goal perdido e recebeu nota 42,8.
Henry não segurou um bubble screen que tinha espaço para um bom avanço, encerrando outra posse. Foi um dia ruim para o grupo que já concentrava muitas dúvidas antes da temporada.
Tight ends
| Jogador | Snaps | Nota PFF |
|---|---|---|
| Grant Stec | 24 | 64,4 |
| Ryan Schwendeman | 24 | 55,2 |
| Jacob Harris | 21 | 67,0 |
| Emmett Bork | 14 | 31,8 |
A distribuição ficou semelhante à da Semana 5, com formações mais pesadas e foco nas corridas. Houve bons bloqueios no perímetro nas jogadas para as extremidades, mas Wisconsin não explorou esse caminho com consistência.
A produção aérea também foi pequena, e a dificuldade para se desmarcar se estende a Harris.
Linha ofensiva
| Jogador | Snaps | Nota PFF |
|---|---|---|
| Stylz Blackmon | 51 | 46,8 |
| Emerson Mandell | 51 | 67,8 |
| Kevin Heywood | 51 | 71,6 |
| Colin Cubberly | 51 | 62,6 |
| PJ Wilkins | 51 | 57,9 |
Os bloqueios para a corrida ficaram abaixo do necessário. Wilkins tem sido a principal dificuldade da unidade durante o ano. Sem Austin Kawecki, Wisconsin optou por Blackmon como center e manteve Wilkins na formação, em vez de usar Ryan Cory, que havia atuado bem contra Michigan State.
Wilkins cedeu três pressões; Blackmon, duas. Na avaliação do autor, porém, a proteção ao passe foi razoável no conjunto. Joseph sofreu pressão em 11 de 21 dropbacks, mas também segurou muito a bola: seu tempo médio para lançar foi de 3,43 segundos contra uma defesa forte de UCLA.
Há bastante a corrigir, e os Badgers precisarão de respostas rápidas antes dos próximos confrontos contra USC e Iowa.